CONTO ERÓTICO
 

A casa de Angélica


por Vanderlei Morgado

Foi na época da faculdade. Eu morava em uma república de estudantes, na cidade de Bauru, interior de São Paulo, com outros dois colegas: Maurício e Ricardo. Havíamos acabado de ingressar no curso de Medicina Veterinária, depois de longos e penosos meses de muito estudo – e, consequentemente, de pouco sexo.

Longe da família e totalmente descompromissados, queríamos comemorar a liberdade recém-conquistada com muita bebida, festa e, principalmente, aproveitando umas bocetinhas da região.

Se me lembro bem, era uma sexta-feira... Estávamos no Fiat Uno de Ricardo, a caminho da nossa primeira grande noite de farra em Bauru: uma festinha VIP em um sítio afastado, na zona rural da cidade.

Com um guia na mão, tentávamos achar o local da balada. As ruas eram escuras, e a falta de sinalização no bairro onde estávamos prejudicava a identificação do endereço. Rodamos por mais de uma hora. Nada de encontrar o tal sítio!

Frustrados, decidimos voltar para casa. Durante o longo trajeto, já em área urbana, notei que passávamos por um bairro residencial muito elegante, com condomínios imponentes e belas casas.

Ricardo, que dirigia, virou em uma rua estreita em declive, onde, logo à frente, avistamos quatro garotas reunidas na porta de um prédio.

Nosso colega diminuiu a velocidade do carro: aquele “material” merecia ser visto! Passamos bem devagar, avaliando uma por uma. Ao notar a nossa presença, elas riram e chamaram a gente.

Vendo que a azaração deu resultado, descemos e fomos ao encontro das quatro: Diana, Suzy, Leila e Angélica. Visivelmente bêbadas, foram bastante receptivas conosco: “Oi, meninos. Vieram nos visitar?”, perguntou uma delas, em tom de brincadeira.

Pouco tempo depois, estávamos eu, Ricardo e Maurício no apartamento de Angélica em clima de grande descontração e confortavelmente instalados em um sofá, cada qual com um copo de uísque.

Estávamos admirados com a beleza da dona da casa que, diferentemente das colegas, fez questão de ser extremamente atenciosa conosco.

Reservadamente, Angélica nos contou que as outras estavam à espera de um grupo de rapazes, que, por algum motivo, desistiu de visitá-las – o que, é claro, havia causado um pouco de estresse nas meninas. Tanto que elas não demonstravam interesse em ficar perto da gente. Pareciam aborrecidas.

Aos poucos, elas foram se afastando da sala onde estávamos e deixaram eu, Ricardo e Maurício apenas na companhia da bela Angélica, que nos dirigia olhares maliciosos de quem queria “algo mais”.

Ricardo, o mais atrevido de nós, notou o sinal verde – e começou a acariciar as coxas grossas e roliças da garota. Angélica, para nossa surpresa, apalpou de imediato o membro de meu amigo.

O tesão logo se tornou insuportável. Quando nos aproximamos todos dela, Angélica, com um olhar safado, pediu que fôssemos para o quarto.

Discretamente, caminhamos até o dormitório e esperamos Angélica, cheios de ansiedade. Não tardou muito, e lá estava ela, com um sorriso de quem queria ser devorada pelos três leões sedentos por sexo.

Malandra, percebeu nosso estado de delírio e aproveitou para nos provocar ainda mais, demorando em cada gesto, esbanjando charme e sensualidade em cada movimento.

Ricardo, como sempre, foi o mais ousado e tomou a iniciativa. Num ímpeto de loucura, arrancou o vestido da garota e deixou aparecer aquele corpinho delicioso e bem moldado pela natureza.

Eu e Maurício passamos, então, a alisar as coxas e o corpo da ninfa, enquanto Ricardo sugava seus seios durinhos. Começamos a despi-la da lingerie e notamos seus pelos pubianos negros e abundantes cobrindo a bocetinha, que exalava um perfume delicioso e excitante.

Comecei a chupar o rabinho da gata, enquanto Maurício dava conta da xoxota. Angélica se contorcia e sussurrava, dizendo baixinho para tomarmos cuidado, pois ela nunca tivera uma relação com mais de um parceiro.

Para quê? Ficamos completamente tarados só de pensar que aquela preciosidade ia, pela primeira vez na vida, tomar um ferro de três cabras safados, companheiros de farra.

Ricardo, sem dar tempo para a moça pensar muito, pediu que ela fizesse uma chupeta para ele, enquanto eu me deliciava chupando o cuzinho e Maurício tentava penetrá-la pela frente.

Quando Angélica já estava acostumada com a invasão da minha língua, pediu para ficar por cima, o que nos proporcionou uma visão irresistível de sua bunda carnuda!

Comecei a esfregar o pau no seu rabo, forçando a entrada, como quem não quer nada. Como não encontrei resistência, investi pra cima daquele buraquinho e comecei a penetrá-la, sem dó. Angélica gemia e chorava, enquanto fazíamos um verdadeiro sanduíche com seu corpo ardente e macio.

Gozamos praticamente no mesmo instante, mas, mesmo cansados, não demos trégua. Em poucos segundos, passei a acariciá-la novamente, e Angélica voltou a ficar excitada.

Em pouco tempo, eu já estava de volta possuindo a tesuda, colocando-a sentada em meu cacete, como se estivesse num trono. A moça urrava de tesão e de tanto tomar na chana. Meus dois amigos voltaram a dar sinal de vida, e continuamos nos revezando em todas as suas entradas, o que levava a safadinha às nuvens!

Angélica gemia despudoradamente – e, assim, todos nós, mais uma vez, alcançamos o ápice do gozo! Esguichei tudo que eu tinha dentro da boca da gata. Maurício também. Já Ricardo melou a bundinha da moça, que gritava, em pleno clímax.

O tempo passou, e, anos depois, terminamos a faculdade. As baladas ficaram mais raras – mas viramos frequentadores assíduos da casa de Angélica que, mesmo com o fim de nossos estudos, sempre nos convidava a “entrar”...