CONTO ERÓTICO
 

A estagiária do dentista


por Vanderlei Morgado

 

Sempre detestei ir ao dentista, mas, a partir do dia em que conheci Tatiana, esse passou a ser um dos meus programas favoritos.

Há cerca de dois meses, eu estava fazendo um doloroso tratamento de canal em uma clínica especializada na minha cidade - e, apesar de todo o procedimento já estar quase finalizado, havia a necessidade de um acompanhamento periódico do meu caso.

Meu dentista resolveu passar essa incumbência para sua estagiária, Tatiana. Ela era uma gracinha de menina. Tinha uns 24 anos, cabelos pretos, magrinha, uma pele perfeita, macia, enfim... Um tesãozinho de garota.

Combinamos que, uma vez por semana, eu passaria na clínica, sempre no último horário. Escolha minha. Como eu trabalhava o dia inteiro, não me sobrava outra opção.

No começo, muitas formalidades, pois mal nos conhecíamos - mas logo ficamos mais amiguinhos. Uma coisa que me chamava atenção durante as sessões era que a estagiária apoiava seu braço em meu peito.

Eu adorava aquilo, afinal, é sempre bom ser tocado por uma gatinha, seja da forma que for. O olho no olho era inevitável. Ela ficava com seu rosto bem próximo ao meu - e eu, com malícia, a encarava. Percebia que ela sentia atração por mim.

Conforme o tempo foi passando, nossos cumprimentos passaram a ser com beijinhos. Nossos papos, às vezes, esquentavam um pouco, principalmente quando o dentista não estava por perto supervisionando o serviço dela.

Certa ocasião, não me contive. Ao entrar em sua sala, notei que Tatiana estava de costas, distraída, mexendo em algo em cima da mesa. Como o espaço era apertado, passei por trás dela e lhe dei uma bela encoxada, bem devagar.

Discreta, a estagiária fingiu não ter percebido quais eram minhas intenções. Não esboçou reação. Com ar de seriedade, apenas me informou que eu teria de retornar ao consultório no dia seguinte. Eu estranhei, pois sempre marcava as sessões com intervalos de uma semana - mas não questionei.

No dia seguinte, cheguei à clínica e me dirigi a uma recepcionista que já estava de saída. Em um rápido diálogo, ela me informou que o dentista já tinha ido embora, mas que a "estagiária Tatiana" me aguardava na sala dele.

Minha mão, que já acariciava sua perna, agora estava levantando sua saia e acariciando sua bundinha. Enquanto isso, ela abria minha camisa e me beijava.

Meu pau já estourava dentro da calça. Tatiana notou e logo tratou de acariciá-lo, de forma calorosa. Com muito tesão, fui abrindo seu sutiã, até que finalmente minha boca pôde sentir seus deliciosos seios.

Sem nenhum pudor, ela abriu o zíper de minha calça, tirou meu pau pra fora e começou a chupá-lo fervorosamente. Parecia que estávamos em uma competição para disputar quem dava mais tesão ao outro.

Totalmente despida, a estagiária deitou sobre meu corpo, segurou em meu pau e foi encaixando a sua bocetinha lentamente. Pude senti-la por inteiro, quente e molhadinha.

Em êxtase, Tatiana começou a cavalgar, apoiando-se em meu peito. Pulava como uma louca, urrando de tesão. Logo, ela chegou ao orgasmo. Eu também - mas nosso lance não parou por aí.

Ficamos um tempinho abraçados para recuperar o fôlego. Como ela estava sobre mim, voltei a acariciar seus seios - dessa vez, com as duas mãos e fazendo movimentos bem lentos. Apesar de exausta, Tatiana foi se animando novamente e começou a rebolar em meu pau, que permanecia duro.

Percebendo que ela queria mais sexo, levantei da cadeira e coloquei-a sentada em uma mesa no canto da sala.

Ela se deitou, e eu comecei a beijar seu corpo, tocando meus lábios em sua pele delicada, barriga, umbigo, até tocar a ponta de minha língua em seu clitóris. Penetrei minha língua lá dentro, como se estivesse dando um longo beijo, enquanto ela se contorcia nua sobre a mesa.

Sem dar oportunidade para que ela gozasse novamente, me levantei e pedi que Tati virasse de costas, deixando sua bundinha deliciosa de frente pra mim. Segurei em sua cintura e fui direcionando meu pau suavemente em direção a seu ânus, que, por conta do excesso de lubrificação na chaninha, aceitou com facilidade a entrada do meu pinto.

A sensação obtida ao adentrar aquele pequeno orifício me deixou louco. Tatiana urrava, como se sentisse uma mistura de tesão e dor. Enquanto tudo aquilo acontecia, eu me perguntava: “como é que pode acontecer uma coisa dessas? Estou comendo o cu da estagiária do meu dentista na sala dele!”. Nunca havia transado com uma garota tão apertadinha e incansável!

Depois de alguns longos minutos de intensa penetração, Tatiana começou a gozar novamente. Tentei me segurar, a fim de fazer a moça "sofrer" mais um pouquinho, mas não me contive. Acabei gozando junto. Jatos e jatos de esperma saíram de mim, pois o tesão que senti naquela hora foi grande demais. Algo que jamais esquecerei.

Assim que a gente se vestiu, perguntei logo quando seria nossa próxima consulta. Para meu desespero, Tatiana disse que o tratamento havia terminado. Voltei pra casa com um gosto de "quero mais",  pensando em uma nova consulta...