CONTO ERÓTICO
 

A FILHA DO COMANDANTE


Por Matias Leão
Quem serviu o exército sabe bem como é, mas qualquer um que tenha ao menos se alistado pode imaginar minha situação. Fiquei 15 anos na ativa das Forças Armadas até entrar para a reserva depois de um ferimento que me deixou parcialmente cego do olho esquerdo. Durante todo esse tempo, houve uma história que eu nunca pude comentar, mas que agora posso.

Eu era um soldado raso e estava sentindo uma forte dor de dente. Por isso, fui ao consultório odontológico do quartel me tratar com o Dr. Fernando, o dentista. Enquanto esperava ser atendido, conheci uma garota. O nome dela era Gabriele.

Como todo jovem soldado que não via uma mulher há semanas, me animei com a presença feminina, o que ocasionou uma tremenda ereção involuntária. Ela notou minha empolgação. Por isso, antes de ser chamada pelo Dr. Fernando, foi sensualmente puxando um papo até me entregar um papelzinho com um número de telefone.

Gabriele saiu do consultório e foi a minha vez de ser atendido. Eufórico, perguntei ao dentista quem era aquela moça e, com um olhar maroto, Dr. Fernando sutilmente disse que se tratava da filha do comandante Gaspar.

Mesmo alertado, não resisti à tentação de Gabriele. Na primeira noite que tive de folga, liguei para ela e marcamos um encontro em uma lanchonete.

Lembro bem que ela já veio mal-intencionada, ou melhor, bem-intencionada. Afinal, fui dar um beijo no rosto e me surpreendi com um gostoso beijo de língua. Em seguida, ela sorriu e capciosamente me perguntou se eu queria comer um lanche ou se preferia comê-la.

Minha resposta foi ir direto a um motel que havia ali perto. No quarto, Gabriele mostrou que era experiente: colocou meu pau pra fora e passou a chupar cada centímetro. Entre uma sugada e outra, a garota levantava o rosto, olhava na minha cara e sorria.

Resolvi que tomaria o controle da situação. Arranquei todas as peças de roupa que ela vestia e deixei a menina nua. Dessa forma, pude apreciar a pelugem loira que cobria aquele corpo dourado e os revoltos pêlos pubianos que me instigaram a sugar toda aquela bocetinha.

A gata se contorceu de prazer na minha língua até que implorou para ser fodida. Com ela de quatro, estoquei com força o meu mastro na chaninha e achei que nada mais me surpreenderia nela, até que ouvi: “Come o meu cu, come o meu cu!”. Um pedido assim não se pode negar. Por isso, dei umas cuspidas naquele buraquinho apertado e mandei ver no brioco rosa.

Não demorou muito, e enchi o cu dela de porra. Logo depois, Gabriele sorriu e me perguntou se eu sabia de quem ela era filha. Disse que sim e ela me afirmou que, sendo assim, eu não podia contar aquela história para ninguém se quisesse continuar na carreira militar.

Mantive essa foda em segredo por 15 anos e, em nenhum momento, repeti o feito com Gabriele. Acho até que ela gostava mesmo era de dar para os soldados mais novos.

Agora, na reserva, posso libertar em forma de conto essa transa que, durante anos, ficou presa na minha mente a cada continência...