CONTO ERÓTICO
 

A loira da rosa



Estava pesquisando alguns casos antigos, que por falta de provas foram arquivados, quando o Quintana abriu a porta do meu escritório. Esbaforido, os olhos esbugalhados, suando, camisa aberta, ele realmente parecia assustado quando me disse:

“Ela atacou de novo! Dessa vez foi horrível, se eu não chego a tempo a imprensa teria descoberto tudo e o nome da Polícia estaria em jogo. Você precisa vir comigo que no caminho eu te explico melhor”, revelou meu parceiro, um calvo, gordo e antigo detetive da polícia civil de São Paulo.

Entramos na viatura e no caminho Quintana me contou toda história. A loira da rosa tinha atacado novamente! Era o nono assassinato dela e tudo que sabíamos é que ela era loira, já que sempre era encontrado pêlos claros nos lugares dos homicídios e também uma rosa. A psicopata já não atacava faziam dois anos e toda corporação acreditava que ela não voltaria a cometer os seus crimes.

Essa não é uma assassina comum, somente a alta direção da Polícia Civil sabe da sua existência. Esse caso é mantido em segredo desde o primeiro homicídio, em 1994, quando a imprensa foi informada que ela tinha sido morta quando fugia, porém, não era verdade, ela continuava a atacar e ninguém tinha informações sobre o seu paradeiro ou a sua identidade. A polícia esconde esse caso da sociedade para não colocar em xeque a sua própria competência.

Os crimes eram sempre da mesma forma, brutais e sangrentos. A vítima escolhida a dedo, geralmente trabalhadores nordestinos, que vem para São Paulo tentar arrumar emprego, largando esposa e filhos no norte do Brasil. Solitários e carentes eles são facilmente seduzidos e levados para própria residência, onde depois do sexo, ela amarra suas presas e decepa o pinto deles, deixando o pobre morrer de hemorragia. Nunca alguém escapou com vida, nunca ninguém teve uma pista de quem seria a autora de tal ato inescrupuloso, nunca, até aquela quinta-feira...

Meu nome é Rodrigo Del Vogue, tenho 30 anos, dez deles dedicados a Polícia Civil do Estado de São Paulo, sou o membro da diretoria mais novo da corporação e tenho muito orgulho disso. Moro sozinho em um apartamento em Pinheiros e costumo sair quase todas as noites para tomar um whisky e ouvir uma música, já que as baladas de São Paulo são as melhores do mundo.


Naquela quinta-feira estava em um barzinho em Moema, conversando com o barman e tomando meu Jack Daniels até que avistei uma beldade daquelas. No mesmo momento já senti algo crescendo dentro da minha cueca. Aproximei-me e ofereci uma bebida a bela moça que aceitou e sentou-se do meu lado.

Conversamos durante horas e bebemos algumas doses também. Ela me contou que morava em Sampa há dez anos, que nascerá em Feira de Santana, na Bahia. Revelei a ela que também era nordestino, nasci em Recife, mas já morava na terra da garoa fazia mais de duas décadas.

Nos beijamos muito enquanto conversávamos. Sua língua desfilava na minha boca e desafiava a minha em um duelo cheio de tesão. Aos poucos as carícias foram ficando mais quentes, minha mão já estava dentro da calcinha dela, completamente encharcada.

Pedi licença e fui até o banheiro. Enquanto lavava as mãos olhei para o espelho e vi o reflexo dela. Loira, alta, um nariz perfeito e um rosto de formas finas e delicadas, os seios medianos, do tamanho certo, daqueles que cabem na mão. As coxas bem torneadas e grossas formavam curvas perfeitas e combinavam muito bem com aquela bunda redondinha. Os pêlos loiros daquele corpanzil piravam minha cabeça!

Virei de frente e ela já me agarrou, mais beijos, mais mãos, até que ela se livrou do incomodo sutien, arrancando a blusa também. Passei a sugar aqueles peitinhos com muito tesão, ora um, ora o outro, para que não ficassem com ciúmes. Essa mulher aprovava tudo e já tinha sacado o meu pau para fora, me masturbando freneticamente até que um barulho nos interrompeu:

“Senhor Vogue aqui não é lugar para isso, temos outros clientes na casa”, disse o garçom do barzinho abrindo a porta do banheiro violentamente.


Pagamos a conta e fomos para minha casa. No caminho, enquanto dirigia o meu carro a bela loira chupava o meu pau como se fosse o último pinto de sua vida. Paramos em um farol onde um garoto vendia rosas e ela me pediu uma, nem pensei em não comprar, dizem que toda mulher gosta de flores, ela não devia ser diferente.

Chegando em casa, tiramos logo as roupas que tanto incomodavam e fomos para cama. Chupei toda sua boceta enquanto ela lambia o meu pinto em um delicioso 69. Deitei na cama e pedi para que ela cavalgasse em mim, a loira pulava freneticamente no meu pinto e eu massageava os seus seios.

Comi aquela gostosa em várias posições, mas a que mais gostamos foi com a gata de quatro. Deixei ela com a bunda bem arrebitada e meti na sua xaninha molhada, estocando o meu membro com força naquele buraco que me dava tanto prazer, foi quando ela berrou:

“Come o meu cu, seu safado!”, gritou a loira tarada.

Diante de uma ordem dessa, tirei meu pau daquela boceta e passei a lubrificar o botão com algumas cuspidas. Coloquei forte naquele cuzinho e quando ia gozar fui obrigado a tirar, já que ela me pediu que esperasse.

A loira me amarrou na cama, contando que eu iria sentir um prazer inigualável transando dessa maneira. Depois disso, sentou na minha rola e gozamos de uma maneira intensa.

Logo depois a bela se transformou em fera. Colocou a rosa que comprei para ela em cima da cama, tapou minha boca com uma fita adesiva e tirou uma faca de dentro da sua bolsa. Ela era a assassina! A loira da rosa!

Antes que algo pudesse acontecer, a porta do meu quarto foi arrombada. Era Quintana, com uma arma apontada para loira. Assustada, sem saber o que fazer, a bela mulher acabou com a própria vida, enfiando a faca que decepou tantos pintos no meio do seu peito.

Quintana tinha me visto saindo do bar com a assassina e resolveu me seguir para saber se estaria tudo bem, coisa de parceria policial, ainda bem que ele veio, porque se não hoje eu não estaria aqui escrevendo para vocês.

A loira da rosa se matou, mas assim como a população não conhecia essa história, quem pode afirmar que não existe outra mulher como aquela loira? Quem sabe uma morena das margaridas...