CONTO

A primeira vez da minha vizinha

 
 
por Ricardo Valério

Lembro como se fosse hoje a primeira vez que tirei o cabaço da minha vizinha. Ela tinha apenas 15 anos, mas sua safadeza podia ser igualada a de uma mulher de vinte e três anos ou mais. Ela era uma menina muito evoluída para sua idade, até seu corpo mostrava isso.

No verão, minha diversão era observar a garota pela janela do meu quarto, que dava no seu quintal. Ela me provocava e sempre que estava calor, vestia seu menor biquíni, esperava sua mãe sair para trabalhar e corria para o quintal. Ela esticava uma toalha amarela bem clara no chão, pegava o bronzeador, lambuzava seu corpo e se deitava, sempre com sua bunda empinada virada para cima. Ela ficava horas tomando sol. E eu ficava de pau duro louco para pegar Carla de jeito.

Estávamos no final do verão e sabia que minhas tardes não seriam as mesmas em poucos dias. Almocei correndo e corri para meu quarto, pois sabia que já estava na hora dela ir para o quintal. 10 minutos se passaram. 30 minutos e nada dela aparecer. A mãe já havia saído há muito tempo. De repente a morena abriu a porta dos fundos, mas dessa vez ela não carregava a toalha, nem usava o biquine. Ela estava totalmente nua. Pude observar o resultado do bronzeamento: estava ainda mais gostosa.

Nem preocupei em me esconder e fiquei totalmente hipnotizado, tanto que demorei alguns segundos para me tocar que ela estava me chamando:

- Vizinho... Vizinho... Você pode me ajudar a passar o bronzeador?

Em um minuto estava plantado no meio do seu quintal, nem me lembro de como adentrei sua casa.

Como uma garota experiente, ela pegou em minha mão e me levou ao banheiro externo, sem dizer uma palavra. Quando chegamos ela me encostou na parede e lentamente se abaixou, abriu o zíper do meu short e sacou meu cacete para fora. Antes do oral ela me lançou um olhar bem sacana, como se quisesse me alertar sobre o que estava por vir.

Foi a melhor chupeta da minha vida. Primeiro ela beijou a cabecinha, até sua saliva se misturar com o meu melado. Depois ela pegou meu pau com as duas mãos e enfiou até onde conseguia na sua boca. Aqueles movimentos simultâneos me deixaram ainda mais excitado e logo quis dar um jeito naquela vadiazinha.

Segurei bem forte nos seus cabelos pretos e a puxei para cima, parecia que tinha tirado doce de criança. Prensei Carla na parede e passei minhas mãos em suas pernas até chegar à bunda - ela era como eu havia imaginado: durinha e deliciosa-. Senti sua pele arrepiar e ouvi um gemido bem baixinho. Beijei seu pescoço enquanto sentia seus mamilos enrijecerem. Senti que era a hora de meter gostoso na sua bocetinha.

Afastei suas pernas e encaixei perfeitamente me pau em sua xaninha. Era apertadinha. Comecei o vem e vai bem devagar, pois ela estava desconfortável. Logo a cabecinha entrou e os movimentos foram para que meu pau entrasse todo. Fiquei uns cinco minutos forçando até ela se sentir confortável.

Carla começou a gemer de prazer e percebi que era o momento de bombar bem forte. Ela gozou antes de mim e pude sentir seu gozo escorrer por entre as pernas. Deitei a safada no chão e a coloquei na posição do frango assado. Nessa hora percebi que o gozo estava envolto a um pouco de sangue. Ela era virgem e eu tirei seu cabaço. Voltei para a posição, coloquei meu pau com tudo e meti com vontade, dessa vez, os dois gozaram juntos.

O clima estava esquentando e os dois ainda estavam com tesão, porém já estava na hora da mãe da Carla voltar. Enquanto estava vestindo minha roupa, ela continuava se masturbando. Finalmente saímos do banheiro e nos despedimos com um beijo.

As férias acabaram e cada um voltou para sua rotina escolar. O tempo passou, e hoje, depois de muito tempo, estou indo para a casa dos meus pais, passar férias! O que me deixa feliz é saber que o verão começará em duas semanas e, quem sabe, a Carla voltará para o quintal...


Publicado em 14/09/2012.