CONTO ERÓTICO
 

Amanda Abusada


por Amanda Costa


Não, eu não sou santa. Sinto muito pelos conservadores, mas, para o bem ou para o mal, costumo trair meu marido com frequência com outros homens aqui do bairro.

Fazia um tempo, eu andava paquerando um rapaz do quarteirão de cima da minha casa. Todos os dias, ele passava sem camisa em frente à janela e trocávamos olhares cheios de desejo – até que, uma tarde, ele parou pra conversar comigo. Seu nome era Amadeu.

Quem me conhece sabe que sou safadinha. Logo que começamos a falar, olhei para o pau dele. Ele percebeu e começou a ficar excitado, mexendo no calção para mostrar mais o volume. Foi quando comentei que era casada, mas que meu marido trabalhava muito, até tarde da noite. Ele riu e me disse que já tinha ouvido falar de mim, pois conhecia dois “amigos” meus, Naldo e Roger.

Sem hesitar, convidei Amadeu para tomar um lanche em casa no dia seguinte. Ele aceitou e, na hora combinada, chegou pontualmente. Quando abri a porta com um sorriso, ele entrou e já foi me abraçando e segurando meu bumbum. Chamei-o de abusado, e ele apenas riu e perguntou onde ficava o quarto. Subimos até lá, eu na frente, ele atrás, com a mão na minha bunda.

Ao chegarmos ao quarto, Amadeu ergueu minha saia e puxou minha calcinha para cima, fazendo com que entrasse bem no reguinho. Achei aquilo uma grosseria, mas a verdade é que adoro essas coisas.

Chegamos à cama, e ele se deitou. Sem precisar pedir, abri seu zíper e pus seu mastro pra fora. Era um membro grande e grosso, com uma cabeça vermelha e inchada. Não perdi tempo: abocanhei com vontade! Ele gemeu e me chamou de puta.

Chupei-o por quase dez minutos, sempre levando seu pau até a garganta e passando a língua pela extensão. Quando ele não resistiu mais, me pôs de quatro na cama e puxou a calcinha de lado. Pôs a borrachuda, deu uma boa cuspida no pau agigantado e o apontou para a entrada da minha chana.

Empurrou de uma vez, me fazendo xingá-lo, mas ele não me ouviu, ou fingiu não ouvir. Continuou empurrando, até entrar todo dentro de mim. Depois, começou a socar enquanto segurava minhas ancas com firmeza.

De repente, ouço um barulho na porta do quarto. Assustada, me virei, esperando ver meu marido – mas não era ele. Eram os dois amigos de Amadeu, Naldo e Roger, pintores que eu havia, hummm... Conhecido... Quando meu marido contratou seus serviços na reforma da varanda. Eles haviam pulado o muro e entrado pela janela da cozinha, para me fazer uma “surpresa”.

Achei tudo aquilo excitante e assustador, mas eles não perderam tempo com minhas emoções. Nem mesmo me cumprimentaram e, quando chegaram à cama, já estavam sem roupa.

Roger me tratou sem nenhuma consideração: me agarrou pelos cabelos e enfiou o pau em minha boca: “Chupa, puta!”. Quase com raiva, Naldo se colocou ao lado e também me fez engolir seu mastro. Em segundos, os dois tentavam preencher minha boca ao mesmo tempo, quando não disputavam para ver quem se mantinha ali por mais tempo. Enquanto isso, Amadeu continuava socando, agora auxiliado pelo dedo de Roger, que explorava meu cuzinho.

Amadeu urrou, gozou dentro de mim e retirou o pau, mas Naldo logo tomou seu lugar. As coisas, porém, seriam diferentes com ele. Aproveitando o caminho aberto por Roger, ele me atacou por trás. Enfiou sem dó nem piedade, e só não gritei porque Roger me calou com seu mastro, que me meteu até a garganta.

Como se tivéssemos ensaiado, gozamos os três praticamente juntos, e pude perceber Amadeu chegando ao clímax pela segunda vez, nos assistindo. Satisfeitos, eles foram embora, me deixando gozada e estuprada em minha própria casa – e prometeram voltar com novos amigos. Será que aguento?