CONTO ERÓTICO
 

Amor que subiu a serra


por Dr. Fernando Del Vogue


Meu primeiro ano na faculdade de odontologia foi difícil. Não conhecia ninguém, tinha acabado de chegar do interior de Minas Gerais e tive de estudar muito pra passar. Em termos de mulheres, aquela época foi um lixo. Já estava subindo pelas paredes, quando fui viajar com o pessoal da sala para Peruíbe, litoral de São Paulo. Fomos em dez pessoas, quatro mulheres e seis homens.

Uma das meninas era a Daniela, minha primeira namorada paulistana, mas, naquela época, o máximo que tínhamos dito um para o outro era “oi”. Ela sempre foi muito bonita, uma morena deslumbrante.

Seu rosto foi criado com muita perfeição: o nariz fino e os lábios carnudos e bem desenhados contrastando com os olhos pequenos e puxados. Isso sem contar aquela pequena pintinha do lado esquerdo da face, um verdadeiro charme.

Durante o ano letivo, ela sempre usou roupas bem-comportadas. Por isso, nunca me chamou a atenção, nem minha, nem de meus colegas – mas, no primeiro dia de sol, quando vimos Dani chegando à praia, ficamos espantados. Que corpão sarado tinha aquela garota! A barriguinha completamente definida, os seios firmes e um par de coxas maravilhosas. Não posso me esquecer daqueles pelos loiros que recobriam a pele dela... Tenho saudades daquela gatinha!

Logo que a vi de biquíni, sentada na areia da praia, puxei conversa. Queria conhecer um pouco mais a menina que sentava logo atrás de mim e eu, burro, nunca tinha notado o quão era bela. Para minha surpresa, ela sabia muitas coisas sobre minha vida. Por isso, quando me chamou para caminhar até as pedras, senti que ia me dar bem.

Já estava escurecendo, a praia começava a esvaziar e estávamos perto das pedras quando segurei a mão dela. A gata se virou e olhou nos meus olhos. Não resisti e acabei dando um forte beijo naquela boquinha linda. Nossas línguas se mexiam no ritmo das ondas.

Subimos no alto das pedras, um lugar difícil de chegar. O sol já se escondia atrás do oceano, anunciando a noite de prazer que teríamos ali. Arranquei as peças do biquíni de Dani a dentadas, chupando e beijando cada pedaço daquele corpo.Fazia tempo que não tinha uma mulher nos meus braços.

Ela também devia estar na seca, pois correspondia a tudo que eu fazia, gemendo alto e chupando meu pau, que explodia de prazer. Gozei intensamente no boquete que Dani me proporcionou. Ela limpou todo o meu cacete com a língua – não deixou nenhum vestígio.

Não tive nem tempo de me recompor, e a garota queria mais. De quatro, encostada nas pedras, com as ondas do mar batendo em nossos corpos, eu comia Dani com gosto, estocando cada vez mais forte o membro duro naquela bocetinha apertada. Gozei mais uma vez, derramando leite na bunda dela.

Voltamos para casa e nunca mais nos desgrudamos. Namorei essa ninfomaníaca durante um ano e meio. Nesse tempo, emagreci uns cinco quilos, de tanto “esporte” que praticávamos. Ainda sinto falta da sintonia que tínhamos na hora do sexo... Se meu pau fosse uma chave, com certeza, a fechadura certa era a boceta de Dani!