CONTO ERÓTICO
 

Aprendendo a meter


por Alexandre C.


“Por que essa tara por mulheres mais velhas?”, perguntam meus amigos, quando me veem na companhia de uma mulher de 40 anos ou mais, na balada. “Experiência”, respondo eu – e falo com conhecimento de causa.

Minha primeira vez foi no colegial. A professora de Física, no auge dos seus 30 anos, acenava promessas de sexo e paixão que só eu parecia perceber.

Ah, mas ela percebeu que eu percebia... No segundo trimestre, quando minhas notas ficaram abaixo do esperado, ela me chamou no final da aula e disse que eu devia me esforçar mais e que, se desejasse, ela me dava um reforço – e como eu queria o reforço!

No sábado pela manhã, fui à escola, onde ela me esperava, sozinha. Na sala dos professores, logo percebi que era impossível me concentrar na lição. Nunca tinha estado tão próximo dela, sentado ao seu lado na mesa grande de madeira.

Abri minhas pernas, de modo que meus joelhos roçavam aquelas coxas grossas que apareciam pela saia curta. Seus peitos pareciam espremidos na blusinha apertada, o botão prestes a explodir. Ela, é claro, percebeu onde estava minha atenção.

Sua voz chegou até meus ouvidos como um feitiço: “Você quer fazer alguma coisa?”. Respondi que sim, e, sem esperar pela permissão, meu dedo indicador foi até seu decote e estourou aquele botão. Ela deu um gritinho, surpresa, mas não se afastou. Ao contrário, empinou mais os peitos na minha direção, virando-se na cadeira e roçando ambas as pernas nas minhas.

Meu corpo sabia o que fazer. Enquanto minha boca avançava sobre a dela, eu desabotoava sua blusa e enfiava a outra mão por baixo de sua saia, encontrando a chana molhada de tesão.

Ela suspirou quando afastei sua calcinha e penetrei dois dedos sem dificuldade ao mesmo tempo em que colocava seu peito à mostra, deslizando a boca para os mamilos rijos e rosados. Senti seus dedos agarrando-se aos meus cabelos, me puxando mais, exigindo mais ardor, mais violência.

Joguei os papéis que estavam sobre a mesa e puxei-a, deitando-a sobre a mesa, de modo que sua cabeça ficou pendurada do outro lado. Passeei pelo seu corpo, alisando e apertando seus peitos, enquanto mordia e sugava os mamilos, a barriga e a cintura.

O tempo todo, ela se contorcia como uma gata no cio, e, quando minha boca mergulhou em sua carne úmida, ela fechou as pernas sobre minha cabeça, me aprisionando e me exigindo mais. Eu a lambi, mordi e suguei, até que ela afrouxou as pernas.

Pulei por cima da mesa, quase sem jeito, e segurei aquele pescocinho pênsil, beijando-a de ponta-cabeça. Então, abaixei minha calça e meu pau pulou pra fora, já sabendo o que eu queria dele. Vi a língua da professora me convidando, roçando os lábios.

Aproximei-me e enfiei devagar, saboreando o momento. Depois, comecei a socar vara naquela boca quente e gulosa, e meu pau deslizava até sua garganta! A professora engasgava. Era delicioso vê-la assim, sufocada com meu pau – e me diverti por um tempo, tomado de tesão por aquela mulher deliciosa.

Seus braços me rodeavam a cintura e ela me puxava, enterrando meu pau na garganta, enquanto eu agarrava seus peitos. Só quando ela começou a babar e pedir por rola que eu parei de socar aquela boca irresistível.

Agora, porém, era a vez de a mestra agir. Sem avisar, me deu uma chave de pernas que me jogou sobre a mesa. Caí de costas e senti aquelas coxas firmes fechando-se em torno do meu corpo.

Sua mão agarrou meu pau com força, me assustando, e ela riu, levando a cabeçorra inchada até a entrada molhada da chaninha. Seus olhos grudaram nos meus enquanto ela descia devagar, engolindo cada centímetro do meu pau, até que sentou sobre ele e começou a rebolar como uma vadia.

Ela se curvava para me beijar e eu sentia meu cacete deslizar dentro dela, quente e molhado. Sua chana se apertava, sufocando meu pinto até dar a impressão de que ele podia explodir.

Agarrei-a e virei na mesa sobre ela. Fiquei em pé e puxei suas pernas até mim, abrindo sua bocetinha ao máximo e penetrando-a de uma vez. Ela cerrava os dentes e pedia mais e mais, me desafiando a ser mais bruto. Eu estava suado, e ela esfregava as mãos em meu corpo e lambia meu suor, com a melhor cara de puta que podia fazer.

Enfiei os dedos em sua boca. Ela os lambeu, enquanto eu socava cada vez mais fundo e forte. Seus peitos balançavam com a força da trepada.

Agarrando-me na cintura, ela desceu da mesa devagar e virou de costas, sem deixar que meu pau escapasse. Arrebitando a bundinha, fez beicinho e pediu mais rola. Agarrei aquelas ancas poderosas e fodi de jeito, sem parar, fazendo-a gritar baixinho enquanto a alargava ainda mais com meus dedos, massageando-a e arregaçando tudo.

Quando senti que o gozo se aproximava, empurrei sua cabeça e coloquei-a de joelhos. Continuei socando em sua boca. Ela se masturbava loucamente enquanto me sugava.

Agarrei sua cabeça quando senti o jorro chegando. Tirei o pau da sua boca e despejei jato após jato em seu rosto, lambuzando-a da testa ao queixo enquanto a mestra tentava lamber as gotas que escorriam em seus lábios.

Sem fôlego, me encostei na mesa, suado e exausto, enquanto ela esfregava os dedos no rosto e lambia-os, me encarando.

Repetimos a dose antes de fecharmos a escola. Nem preciso dizer que, naquele semestre, fui muito bem em Física, mas acho que tive aulas demais. Repeti na maioria das outras matérias. Nem toda professora é tão cooperativa assim com os alunos...