CONTO

Atraídos pelo destino

 
 
por Rodrigo Freitas

Estava na sala da minha empresa esperando a repórter que iria me entrevistar para o jornal da faculdade, era um favor que estava devendo ao diretor da instituição, que me conhece desde a época da escola, quando minha secretária abre a porta e anuncia sua chegada. Não sabia o que esperar. De repente surge uma garota de uns vinte anos e pouco, linda, morena, olhos azuis, corpo bem definido, apesar das roupas largas que usava. A atração foi imediata.

Enquanto ela fazia as perguntas eu nos imaginava no quarto, na sala, em cima da mesa. Em todos os lugares. Eu a queria e queria naquele momento. Percebi que a entrevista estava chegando ao fim e pensei em algo para tentar segurá-la lá por mais um tempo. Perguntei se ela gostaria de conhecer a empresa e no mesmo momento ela corou. Sabia que eu exercia alguma atração sobre ela também.

Ela se levantou, para demonstrar que teríamos que parar por ali, e esticou sua mão para se despedir. Minha mão se levantou para retribuir o aperto, porém eu a trouxe para perto de mim.

- Não senhor Rodrigo, eu não posso fazer isso! Estou aqui a trabalho.

Mas a entrevista já havia terminado, logo o trabalho também. Cheguei meu rosto bem perto do dela, de forma que nossos narizes se tocaram. Ela ficou totalmente imóvel e corada, parecia um pimentão.

Com uma das mãos eu entrelacei meus dedos em seu cabelo e puxei sua cabeça para trás, de forma que seu pescoço ficava livre para eu fazer o que quisesse. Comecei dando alguns beijinho de leve e rapidamente, passei para mordidas. Ela estava totalmente excitada, deu para perceber pelo arrepio que correu seu corpo.

Joguei todas as coisas da minha mesa no chão, e a coloquei sentada em cima. A menina falante da entrevista se calou. Mas seus olhos azuis me queimavam, me alisavam e me comiam. Abri suas pernas e lentamente coloquei sua calcinha para o lado. Ela estava pronta, toda molhadinha. Enfiei meu dedo indicador, ela gemeu e começou a me olhar bem no fundo dos olhos. Enfiei mais um dedo e a estimulei por mais algum tempo. Levei meus dedos a boca e pude sentir seu gosto salgado, uma delícia.

Tirei sua blusa e reparei no seu sutiã transparente de rendas. Libertei seus peitos e notei que eram ainda mais bonitos do que havia imaginado alguns minutos atrás. Eram firmes e estavam prontos para serem chupados. Cai de boa. Ela segurou meus cabelos enquanto empurrava seu corpo contra minha boca. Beijei seu corpo todo até que cheguei a sua xaninha. Ela tinha um cheiro muito bom e ainda estava toda meladinha. Chupei seu grelo e depois enfiei minha lingua toda dentro dela.

Ela me levantou e segurou firme meu pau. Desabotoou minha calça e agilmente abaixou minha cueca. Eu estava louco para meter naquela bocetinha apertadinha. Puxei sua bunda um pouco mais para frente, para que ela ficasse bem na beirada da mesa. Penetrei bem devagar. Ela gemeu novamente. Comecei o vai e vem e ela pediu mais. Mais. Mais. Meti forte naquela garota.

Ela chegou ao orgasmo e soltou um grito. Se afastou e ajoelhou na minha frente, sugando meu pau para dentro de sua garganta. Senti sua língua na minha cabecinha. Estava quase soltando minha porra na sua boca. Ela continuou mamando com vontade. Não aguentei e deixei meu leite esquentar aquela boquinha de veludo. Ela engoliu até a última gota.

O telefone toca:

- Senhor, sua próxima reunião começa em dois minutos.

Infelizmente nossa festinha acabou, mas aquela garota me deixou com vontade de mais. Quem sabe eu não a convide para relembrar a entrevista um dia desses.


Publicado em 28/09/2012.