CONTO ERÓTICO
 

Batendo um bolão!


por Dr. Fernando Del Vogue

 

Essa é mais uma das muitas histórias que aconteceram comigo. É meu “causo” preferido, o que mais gosto de contar quando os amigos me pedem alguma história interessante.

Quando me mudei para o lugar onde atualmente moro, tinha pouco mais de 19 anos. Como boa parte dos bairros de São Paulo, era um lugar de classe média, em sua maioria com descendentes de imigrantes europeus: filhos e netos de italianos, portugueses, espanhóis. Eu era apenas mais um e, por isso, minha chegada à vizinhança não chamou nenhuma atenção.

Fiz alguns amigos rapidamente, especialmente por causa do futebol que jogávamos na rua, usando o portão de um colega como gol. Conheci muita gente. Em um desses dias de jogo, fui apresentado a Marcos, um cara legal, moreno e muito magro. Daqueles de que é impossível não gostar, alegre e brincalhão.

Conheci também sua irmã, Lizandra, morena como ele, mas muito mais, digamos, fornida: coxas grossas, fortes, bunda grande, com fartura - nada parecida com aquelas modelos desnutridas que vemos na tevê.

Lizandra também tinha seios pequenos e cabelos longos, mas o que nela mais atraía era um sorriso franco, largo, e olhos escuros que lhe davam um certo ar de safada.

Poucas coisas são melhores para integrar pessoas do que o esporte. Em poucos dias, eu já conhecia toda a família de Marcos e passei a frequentar sua casa. Sábados e domingos à tarde, era sagrado: nos reuníamos, eu, Marcos e mais alguns amigos para assistir ao futebol na televisão - e Lizandra, quase sempre, também.

Ela não parecia gostar do esporte, mas ficava lá conosco. Tímido, apesar de cobiçá-la, não trocava muitas palavras com ela. A morena tinha um “quase namorado”, que morava na rua de baixo. Então, eu não via motivos para superar minha timidez.

Estava em casa, em mais um sábado à tarde. Havia acabado de almoçar. Toca o telefone. Era ela, Lizandra: “Meu irmão pediu para eu te ligar. Disse que estão todos vindo para cá, que todos assistirão ao jogo juntos”. Era exatamente o que fazíamos todos os finais de semana.

Lá, ela me pediu para subir. Disse que os outros ainda não haviam chegado e que o irmão tinha saído para comprar umas cervejas. “Quer uma água, comer alguma coisa?”, perguntou. Respondi que não, que estava bem.

Sentei no sofá e liguei a tevê. Ela se sentou ao meu lado, mas bem mais perto do que eu esperava. Suas coxas, apertadas em um shortinho jeans bem justo, encostavam nas minhas. Continuei tranquilo, em meu lugar. Subitamente, me assustei: ela colocou a mão com força em minha perna, virou-se para mim e me beijou!

Não soube o que pensar. Uma parte de mim queria resistir, afinal, era a irmã menor de meu colega - mas não consegui. A parte animal que todos nós temos falou mais alto. Também a beijei. Instintivamente, levei minha mão entre suas coxas, sem nenhuma cerimônia. Por um instante, até pensei que havia ido longe demais, mas ela não deve ter pensado da mesma maneira; apenas curvou seu pescoço para trás e deu um gemido baixinho.

Depois desse “sinal verde”, me soltei. Tirei sua blusa e, por um instante, me pus admirando seus seios. Pequenos, mas perfeitos. Ainda estava meio atordoado quando ela se pôs de joelhos, entre minhas pernas.

Abaixou minhas calças até os pés, tirou meu pau para fora e colocou a boca devagar. Aquela boca quente, molhada - e meu pau latejando. Ela devia estar ansiosa por aquele momento, pois a saliva escorria por toda a extensão do membro.

Eu nunca havia estado com uma mulher daquele nível. Isso, somado ao tesão extra de estar fazendo uma coisa, digamos, “proibida”, me deixou fora de controle. Pedi para ela parar. Meio intrigada, ela tirou a boca. Saquei do bolso uma camisinha e dei para ela.

Ela sorriu, abriu a embalagem e colocou o preservativo. Sem cerimônia, eu a coloquei de bruços no sofá, ergui um pouco sua bunda e me pus em cima dela. Com a mão esquerda, segurei seu quadril e, com a direita, coloquei meu pau em Lizandra.

Ela não gemeu, não gritou, não falou nada. Apenas apertou o sofá com as mãos. Comecei a bombar, mas estava impossível. A cada bombada, vinha uma vontade absurda de gozar. Eu me sentia quente, parecia que ia explodir. Colocava, parava, respirava. Não aguentava mais.

Saí de cima dela e a virei. Abri suas pernas e comecei a chupá-la. Enquanto isso, esperava conseguir controlar a ejaculação. Cada vez que eu afundava a língua em sua chana, sentia sua respiração ficar mais profunda.

Seus quadris se moviam em um balanço gostoso, e ela estava tão molhada que eu sentia seu caldo entrar em minha boca. Alguns minutos assim, e me senti mais confortável, com o controle da situação novamente.

Doce ilusão. A simples sensação de colocar meu pau dentro dela, de sentir seu corpo quente, olhar aquelas coxas grossas me envolvendo... Tudo voltou rapidamente.

Passaram-se minutos, quando lhe disse: “Vou gozar, não aguento mais”. Ela me beijou, puxou meus cabelos da nuca com força e sorriu: “Goza na minha bunda”.

Só de ouvir isso, já quase gozei. Respirei fundo, e a virei de bruços novamente. A visão daquele rabinho grande foi o suficiente. Tirei a camisinha, abri sua bunda com as mãos e gozei. Gozei muito, fartamente. Vi seu rego inundado de porra, escorrendo para todos os lados. Ela rebolava, gemia, sempre com um sorrisinho sacana no rosto.

Cansados, nos vestimos. Fui tomar um copo d’água na cozinha. Ouvi a porta abrir, algumas gargalhadas, a conversa alta. Era o pessoal chegando para assistir ao jogo. “Você já tá aí?”, me perguntaram. “Cheguei há uns cinco minutos”. Lizandra sorriu novamente, com aquele mesmo sorriso franco e largo que me atraiu desde o início.