CONTO ERÓTICO

Bodas de sexo

por Dr. Roberto Prada

Já fazia um bom tempo que não encontrava o pessoal. Desde que me mudei para o interior; nunca mais havia visto nenhum dos meus colegas de faculdade. Então, o casamento de Otávio, ex-companheiro de república, era uma ótima oportunidade.

De fato, lá estavam todos os meus bons colegas – alguns, mais próximos; outros, nem tanto. Lá também estava Fúlvia, uma linda morena com quem eu tivera um pequeno caso de alguns meses na época de estudante.

Agora, com seus trinta e poucos anos, Fúlvia já era uma mulher formada e recém-divorciada. O corpo havia mudado, mas ainda era delicioso: quadris largos, barriga lisa, bunda grande, seios fartos.

Sentamos todos em uma mesa grande, servida com fartura a pedido do noivo. Garrafas e mais garrafas de champanhe quebraram o gelo que havia se formado após tanto tempo sem convivência. Muitas conversas paralelas, e Fúlvia sentou-se ao meu lado. "Saudade de conversar com você", disse.

A bebida foi subindo à cabeça, e eu já não conseguia deixar de pensar em como ela estava tentadora, apertada naquele vestido preto e justo.

Fúlvia percebeu meu interesse e pareceu gostar. Pegou duas taças de champanhe e sugeriu: "Vamos lá fora um pouco? Está muito barulho aqui". Aceitei, sem nem saber direito o porquê.

Caminhamos até um pequeno espaço nos fundos do sítio em que o casamento ocorria. Ia engatar uma conversa qualquer... Quando ela me deu tremendo beijo! Sentir aquele corpo roçando o meu simplesmente me deixou alucinado. Puxei a morena com força e a apertei contra meu peito.

Fúlvia sentiu meu pau, que já quase doía de tão duro. Como se fôssemos namorados até hoje, ela abriu minhas calças sem titubear, tirou meu cacete para fora e ajoelhou-se. Chupava como se não o fizesse há muito tempo. A boca molhada, carnuda, ainda era a mesma de muitos anos atrás. Eu respirava fundo para segurar o orgasmo.

"Vou gozar! Não aguento mais!", disse eu. Fúlvia parou e me falou baixinho, ao pé do ouvido: "Então, goza dentro de mim!". Sentou-se sobre uma pequena cerca, levantou o vestido até a cintura e puxou a calcinha de lado.

Enfiei de uma estocada só, e ela deu um pequeno gemido. Gozei como nunca, enquanto puxava a gata pelos cabelos e a apertava contra mim. A porra escorria por suas coxas grossas...

Fúlvia abaixou o vestido, tomou o champanhe em um só gole e disse: "Vamos voltar lá para dentro. Já devem estar sentindo nossa falta. Devíamos voltar a namorar... Nós combinamos bastante". Até que não seria uma má ideia... Mas, por enquanto, só o que posso garantir é que aquele foi o melhor casamento que já fui em minha vida...