CONTO ERÓTICO
 

Carne de primeira


por Marcos Eduardo de Almeida

Era mais um dia de festa na nossa turma. Afinal, o Carlos havia anunciado seu casamento. Churrasco à vontade, cerveja, muita alegria e descontração.

Foi quando eu a vi. Pele morena, baixinha, cabelos compridos, presos em um rabo de cavalo. Usava uma camiseta preta, justinha, que deixava aparecer o piercing no umbigo. “Quem é aquela ali?”, perguntei. “É a filha do cara que contratamos para fazer o churrasco”, me explicou Carlos. “O nome é Mariana, acho”.

Durante a festa, pude trocar apenas algumas poucas palavras com ela, enquanto ela passava servindo os pratos. Menina tímida, mas com um olhar de quem sabia o que queria.

Lá pelas 10h da noite, a maior parte dos convidados já havia ido embora. Resolvi partir também. Quando ia me despedir de todos, cruzei com ela. “Tchau, Mariana. Pena não termos conversado direito, né?”. “Você já vai? Agora que eu tenho um pouco de sossego do trabalho, você vai embora?”, respondeu. Percebi suas intenções. “Posso ficar um pouco mais, se você quiser”.

Ela me disse que o pai ia fazer uma primeira viagem até em casa, para deixar o material que havia utilizado. Ela ficaria ali sozinha, esperando. “Até ele voltar, dá uns 30 minutos”, falou. “Quer dar uma volta?”.

Levou-me até um pequeno quarto de tralhas que havia na casa do Carlos. Bicicletas velhas, sucata, jornais antigos, enfim, uma espécie de depósito. Trancou a porta e me empurrou contra a parede. Aquela menina tímida havia sumido, dando lugar a uma mulher impulsiva e tarada.

Colocou a mão por dentro de minha calça e apertou meu pau – que já latejava de tão duro – com força. Resolvi ajudá-la: peguei-a pelos cabelos e a obriguei a ficar de joelhos. Ela entendeu o recado. Em poucos segundos, eu delirava com aquela boca molhada passando por toda a extensão do membro. Ela salivava, descontrolada.

Eu não podia mais esperar. O pai dela voltaria em pouco mais de dez minutos. Puxei-a novamente pelos cabelos, abaixei suas calças até os joelhos e a debrucei sobre uma pilha de jornais. Puxei sua calcinha de lado e enfiei com força, de uma estocada só.

Ela deu um pequeno gemido, apertou minha mão com força e ficou quieta. Meti sem parar, alucinado. Como havia bebido um pouco a mais, demorei a gozar. Mas a visão daquela menina morena, aquela bundinha pequena e redonda, aquela bocetinha rosada com meu pau dentro, não deu segurar. Tirei o pau e derramei minha porra em seu rego. Ela suspirava enquanto o sêmen escorria grosso por suas coxas.

Nós nos trocamos apressados e saímos. Poucos minutos depois, seu pai chegou e ela partiu. Isso faz pouco mais de seis meses... Bateu uma saudade. Então peguei o cartão do churrasqueiro com o Carlos. Acho que assar uma carne no meu aniversário até seria uma boa idéia...