CONTO ERÓTICO
 

Duas vezes gozada


por Rafaela Menezes


Durante dias, paquerei aqueles dois mulatos da metalúrgica. Durante o almoço, eles descansavam na calçada, os peitos nus sob o sol, enquanto eu ficava no portão, sorrindo para eles e provocando-os.

Certa tarde, eles não resistiram mais e vieram conversar. Atrevida, nos dez primeiros minutos, deixei claras minhas intenções – e convidei-os para um drinque depois do trabalho. Eles saíam às 6h da tarde, de modo que eu tinha duas horas até meu marido chegar...

No horário combinado, eles chegaram. Recebi os dois de minissaia e um top minúsculo, sem sutiã. Minhas intenções eram tão óbvias que, assim que entraram em casa, eles já exibiam seus paus duros por debaixo das calças. Não havia por que disfarçar.

Coloquei-me entre eles e esfreguei a mão sobre aqueles volumes enormes. O cheiro de suor era terrível, mas isso me excitou como nunca.

O mais baixo dos dois puxou meu top, arrebentando o laço nas costas. Suas mãos agarraram meus seios com força, apertando-os, enquanto a mão do mulato maior deslizava entre minhas pernas, descobrindo que eu estava sem calcinha.

Eu precisava de mais! Por isso, ajoelhei-me e ajudei o mais alto a desabotoar a calça. Ao mesmo tempo, agarrei o moletom do mais baixo e puxei-o até o chão.

Na minha frente, saltaram duas rolas grossas e babonas. Segurei-as firmemente e abocanhei a maior delas, enquanto masturbava a outra. Depois, revezei as duas por muito tempo, enquanto eles enfiavam os dedos na minha chana molhada.

Eu estava ajoelhada, e o menor agachou-se atrás de mim. Empinei a bunda pra ele e senti a cuspida certeira na borda do meu cuzinho. Abrindo minha bunda, ele enfiou aquele mastro quente, arrancando um grito de mim, enquanto o outro, rindo, batia com o pau comprido na minha cara com força, deixando-a vermelha.

Eu sentia aquela pica grossa me fodendo, as mãos pesadas estalando na minha bunda, que ardia deliciosamente.

O menor disse que ia gozar. Implorei para que despejasse aquele líquido precioso na minha cara. Ele vibrou, tirou o pinto de mim com um estalo e apontou-o para minha cara. Os jatos que explodiram eram tão intensos que me cegaram um dos olhos, se espatifaram no meu rosto e escorreram para os peitos.

O mais alto, então, puxou-me para ele, enfiando o dedo no meu rabinho. Dobrando as pernas por trás de mim, ele enfiou na minha chana e fodeu com tanta força que as lágrimas escorriam dos meus olhos.

Eu gozava sem parar, enquanto aquele suor fedido pingava nas minhas costas. Mesmo “cega”, eu queria mais.

Quase vinte minutos depois, o mulato gemeu, tirou seu mastro e o enfiou na minha boca. O gosto agridoce da porra invadiu minha garganta, tão forte que, por mais que me esforçasse em beber tudo, ainda escorreram fios de gozo pelo meu queixo.

Saciada, entreguei-me a ambos novamente. Desde então, tenho vivido minhas aventuras com eles – e alguns outros também. Afinal, a metalúrgica é grande... Deve ter uns cinquenta funcionários, todos homens, e eu nunca prometi ser santa.