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Espanhola: uma receita sem temperos, mas muito ardente

Você já se perguntou como surgiu o termo ‘espanhola’? Se você quer saber tudo sobre essa prática, não deixe de ler essa matéria. De quebra ainda leve umas dicas para deixar esse fetiche ainda mais incrível.


 


Talvez seja desnecessário dizer, mas “espanhola” é a técnica – antiga, por sinal – de esfregar o pênis entre os seios da mulher – mas que graça pode ter uma coisa dessas? Esse é o tipo de pergunta de quem nunca fez uma verdadeira espanhola!

Reza a lenda que a técnica, obviamente, surgiu na Espanha, durante a Idade Média. País rico em histórias, diz-se que as mulheres espanholas jamais permitiam que seus maridos as tocassem durante a menstruação. Até aí, tudo bem. No entanto, também se fala muito da potência e da virilidade do homem espanhol – e nossos amigos de sangue quente não haviam se casado para morrerem na punheta!

Religiosos, os espanhóis evitavam o adultério. Suas mulheres também não eram adeptas do sexo anal, que consideravam pecaminoso e indigno para os padrões higiênicos da época. Com tamanha restrição de opções (e ainda sem televisão!), os espanhóis voltaram os olhos para a única área livre, digamos assim, do corpo da mulher: os seios. Ah, os seios! Espertos, eles logo disseminaram a técnica entre seu povo. De quebra, ainda descobriram a gozada na cara, que sequer tiveram tempo de batizar com um nome. Para as mulheres, foi uma maravilha. Sempre peitudas, as espanholas satisfaziam seus maridos, recebiam prazer e, de quebra, ainda ganhavam um tratamento de beleza grátis à base de porra, o que garantia uma pele lisa e bem tratada.

De volta ao século 21, a espanhola há muito ultrapassou as fronteiras e tornou-se um fetiche muito apreciado por homens do mundo todo. Para quem é casado, é uma mão na roda, pelo menos uma vez por mês – exceção feita aos “vampirões”, que gostam de sangue menstrual... Já para as casadas que traem, também é ótimo, pois não guarda vestígios, salvo alguns vergões que podem muito bem “ter sido causados pelo sutiã”.

Brasileirinha

Nós, que não ficamos pra trás nem em corrida de Fórmula 1, logo tratamos de adaptar a espanhola. Surgiu, então, a “brasileirinha”: a espanhola que termina com uma boa gozada na boca dela. Isso mesmo! É leitinho tirado na hora, direto pra boquinha dela! No Brasil, engana-se quem pensa que a espanhola e a brasileirinha são pouco difundidas. Na Internet, comunidades inteiras reúnem-se para trocar idéias e parceiras que adotam a prática. Veja alguns depoimentos de gente que sabe bem o que faz:

“Somente meu marido pode me foder. Os outros caras que às vezes nós trazemos para casa fi cam só no anal e na brasileirinha”.
Solange, 33 anos, São Paulo

“Gosto de caras que têm o pau grande porque sinto a cabeça batendo no meu queixo enquanto ele desliza entre meus peitos. Não tem coisa melhor!”.
Melinha, 26 anos, São Paulo

“Faço uma boa espanhola e encho a cara dela de porra. Depois, fico batendo com o pau mole na cara dela, espalhando tudo. A vadia adora!”.
X Boy, 23 anos, São José dos Campos

“Fiz espanhola por uns quatro anos, enquanto ainda tentava manter a virgindade. Hoje, continuo fazendo, mas sei aproveitar muito mais um pau entre meus seios...”.
Vandeca, 20 anos, São Paulo