CONTO ERÓTICO

Fácil, extremamente fácil

por Dr. Fernando del Vogue

Sempre gostei de super dificuldades, desde que saí de Pouso Alegre, Minas Gerais, para estudar odontologia na USP.  Passei a acreditar que esse meu gosto pelos empecilhos da vida só tornavam as vitórias mais saborosas, como quando a gata consegue se controlar e não se entrega aos prazeres da carne logo no primeiro encontro.  Nesse caso, quando finalmente conseguimos transar, o sexo certamente é muito melhor e mais intenso.

Toda regra, entretanto, tem sua exceção. Às vezes, uma transa inesquecível brota na nossa frente tão fácil quanto o refrão que uma conhecida banda entoava com frequência tempos atrás. É o destino. Impossível ir contra ele - e, naquela noite, eu quase passei por cima dele com meu carro.

Era uma sexta-feira à noite. Eu voltava de um aniversário e guiava tranquilamente pelas ruas de um conhecido bairro paulista cheio de bares e jovens...  Quando vi uma mulher linda se aproximar de mim e fazer uma careta estranha!

Era uma menina, 19 aninhos aproximadamente. Vestia uma camiseta vermelha colada no corpo, calça jeans e uma bota da mesma cor da camiseta. Nas costas, carregava uma pequena mochila preta. Os cabelos escuros eram longos, lisos e cuidados.  Os olhos eram claros. Automóveis passavam pela rua.

“Uma menina dessas não pode me fazer mal”, pensei comigo. Por isso, abri a porta do carro e convidei-a a entrar. Para meu espanto, ela aceitou.  Meio sem graça, sentou-se e já pude perceber que tinha passado dos limites no álcool, afinal a alegria e a inibição dela não eram naturais...

Perguntei seu nome, acendi-lhe um cigarro e ganhei um “obrigado” antes de ouvir que ela se chamava Luna, ou Luana, como eu quisesse. Ofereci uma cerveja, e a menina disse que precisava ir ao banheiro.

Procurei um posto de gasolina.  Paramos.  Antes que a moça descesse do carro e nunca mais voltasse, beijei intensamente a bola dela, sem dizer nenhuma palavra.  Ela foi correndo ao banheiro e pensei que me deixaria. Estava tudo fácil demais. Foi quando vi que ela havia esquecido a mochila. “Agora, ela vai ter que voltar” - e voltou mesmo.

Com o rosto lavado, tentando se recuperar da bebedeira, Luana entrou no meu carro, e eu logo a agarrei nos meus braços, desfilando minhas mãos por todo o corpo dela. Luana não se opunha a nada. Dizia apenas que estava muito louca e com tesão. Resolvi abandonar o posto, já que as carícias estavam ficando quentes e o pessoal que passava entortava o pescoço para espiar o nosso prazer.

Acelerei rumo a minha casa.  Já no meu bairro, pensei melhor e achei por bem não levá-la até o meu apartamento, mas como um motel poderia custar caro para um jovem dentista, parei numa praça perto de casa.

Ela me perguntou onde estávamos, mas sem tempo para novas perguntas, simplesmente a beijei intensamente. Nossas línguas desfilavam dentro de nossas bocas, tocando uma na outra, enquanto minha mão já masturbava Luana freneticamente e lhe arrancava gemidos de tesão.

Não demorou muito, e eu já tirava a camiseta e o sutiã que ela vestia.  Lambi e chupei aquele par de seios tão novinhos, durinhos, de pele muito macia e bicos rosados.  Arranquei minha camiseta, abri o cinto da calça e coloquei meu mastro pra fora, que explodia de tão duro.

Luana não se fez de rogada.  Agarrou meu cacete com força e passou a me masturbar também, os dois trocando muitos carinhos e beijos, tudo dentro do meu carro e sem qualquer proteção nos vidros que impossibilitasse curioso de assistirem.

Talvez por isso o tesão tenha aumentado.  Eu já estava completamente pelado, sentado no banco do motorista, quando Luana se agachou e passou a chupar meu pau com gosto e em um ritmo tão alucinante que seria difícil eu não chegar ao orgasmo em minutos.

Quando estava prestes a gozar, segurei-a pelos cabelos e tirei a boca dela do meu pau, que latejava desejo.  Tentei arrancar de uma vez a calcinha de Luana, mas ela esbarrava nas botas.

Então, desamarrei o calçado, para que a morena pudesse sentar no meu colo e cavalgar no meu mastro com aquela bundinha perfeita e deliciosa aparecendo no vidro da frente do carro.

Ela pareceu ler meus pensamentos e passou a cavalgar com força; ora apenas roçava a bocetinha molhada no meu pau, ora pulava com gosto no meu colo. Eu alternava as minhas mãos na bunda dela e nos cabelos, puxando com força e fazendo a gata se contorcer de desejo. Quando a transa pegava fogo, já dava algumas fortes palmadas na bunda dela, arrancando gritos e fazendo um barulho que certamente acordou a vizinhança.

Luana parecia gostar da brincadeira. Quando eu batia, ela me mordia e quase arrancava pedaço. Fiquei com marcas no meu braço por quase duas semanas, mas a minha mão também deve ter ficado carimbada no traseiro dela.

Uma transa no carro é, no mínimo, incômoda. Não é possível testar o Kama Sutra.  Por isso, ficamos nessa posição até gozarmos juntos, ela me abraçando forte e tremendo o corpo inteiro, eu gemendo de prazer e expulsando toda a porra que vinha do meu pau.

Nós nos vestimos rápido, procurando nossas roupas dentro do carro e rindo muito da situação.  Tudo havia sido fácil demais. Não tinha interesse em continuar saindo com ela. Apesar de bonita e de uma ótima transa, faltava a dificuldade que expliquei no início.

Fui com Luana até o local onde a tinha encontrado e a abandonei por lá.  Ela saiu correndo do carro com um lindo sorriso no rosto, largando para trás um maço de cigarros barato - o mesmo que estou fumando enquanto conto essa história...