CONTO ERÓTICO
 

Happy hour


por Walter Agostinho

Trabalhei naquele escritório por mais de cinco anos. Assim, fazer dezenas de bons amigos foi algo natural. Entretanto, havia recebido uma excelente proposta de emprego e ia deixar a empresa. Prepararam, então, um bota-fora, uma espécie de happy hour de despedida.

Como anfitrião da festa, fui o primeiro a chegar, para receber o pessoal – e eles foram entrando: amigos de longa data, outros mais recentes, alguns que só foram pra fazer política. Laís, a chefe, também. Nunca fomos próximos nem conversamos muito. Nosso papo se limitava aos assuntos do trabalho, mas ela ali estava. “Política”, pensei.

Laís sentou-se a meu lado. O tempo foi passando, as pessoas indo embora, mas ela ficou. Conversamos bastante a noite toda. Lá pelas 23h, ficamos a sós, eu e ela. “Acho melhor irmos embora. Só tem a gente aqui, e seu marido vai ficar bravo se você chegar muito tarde”, brinquei.

“Ele nem liga”, Laís respondeu. “Deve estar na casa de algum amigo. Por favor, você não iria comigo até o escritório? Esqueci meu celular”, pediu. “Vamos, sim, claro”.

Ao entrarmos, ela me puxou para o sofá. Disse que estava chateada com minha saída, que eu faria muita falta ali. Respondi que a empresa tinha outros profissionais tão capacitados quanto eu. “Não digo pela parte profissional. Sempre quis me aproximar um pouco de você, mas não soube como”, sussurrou.

Minha agora ex-chefe me deu um beijo molhado. Passava a língua em minha boca com a gula de uma mulher que não transava havia tempos. Levantou a saia até a cintura para poder se sentar no meu colo, de frente. Apesar do susto inicial, meu pau reagiu imediatamente.

Arranquei sua blusa e vi dois seios gigantes, firmes, duros. Não esperava um corpo tão perfeito em uma mulher com mais de 40 anos. Antes que eu pudesse chupá-los, no entanto, Laís saiu de cima de mim, abriu minha braguilha e tirou meu caralho pra fora. Arregaçou a cabeça com gosto. Dava pra vê-la salivando de vontade.

Ela chupava minhas bolas, passava a língua em minha virilha, perto do meu cu. Apesar de estar um pouco “alto” pela cerveja, tive de respirar fundo pra não encher sua boca de porra. Não naquele momento, pelo menos.

Agarrei-a pela nuca e joguei-a de bruços sobre a mesinha de centro da sala de espera. Segurei seus cabelos e forcei sua cabeça contra a mesa, para que não pudesse se mexer. Com a outra mão, puxei sua calcinha para o lado e enfiei o cacete de uma vez só, com vontade. Ela era apertadíssima, talvez por não trepar havia anos.

Enquanto eu fodia sua boceta, Laís gemia; às vezes, de dor; às vezes, de prazer. Os gritos, em vez de me fazerem diminuir o ritmo, só me estimulavam a enfiar mais fundo. Eu queria que ela se lembrasse de mim por um bom tempo – mas percebi que ia gozar em instantes!

Parei um pouco pra respirar. Virei-a novamente e comecei a chupá-la, com vontade. Ela rebolava e segurava minha cabeça com força. Não me deixava parar. “Não para, por favor, não para”, me pediu, ofegante.

Em poucos segundos, Laís gozou pela primeira vez. Relaxou, suspirando sem dizer nada – mas eu ainda não havia gozado. Queria mais! Joguei-a contra o sofá, de modo que ela ficou com os joelhos no chão e o corpo sobre o móvel.

Fiquei por cima dela e comecei a enfiar em seu cu. Apesar de um certo estranhamento no início, ela parecia tão feliz com o orgasmo que eu havia lhe dado que não reagiu. Apenas arrebitou a bunda e abriu um pouco mais as pernas, para facilitar a entrada do cacete.

Laís mordia os lábios, com cara de dor, mas, em nenhum momento, me pediu pra parar – e, mesmo se pedisse, eu não a atenderia. Ia foder seu cuzinho até o final, até encher seu rabo de porra.

Foi o que fiz. Em pouco tempo, senti o jato vindo e soquei fundo. Gozei muito. Quando tirei o pau, o sêmen escorria pelo rego da gata, cada vez mais entregue aos meus caprichos.

Laís continuava jogada sobre o sofá. Sentei-me a seu lado, ainda suado, algumas gotas de porra escorrendo por todo o caralho. Peguei-a pelos cabelos e enfiei o pau em sua boca. Ela engoliu o que ainda restava do meu gozo e continuou chupando com vontade. Eu queria gozar outra vez, mas dentro de sua garganta.

Minha ex-chefinha chupou com a experiência de seus mais de 40 anos. Nunca havia sido chupado daquela maneira. Em pouco tempo, já estava com o pau latejando de tão duro, enquanto admirava aquela mulher que sempre tinha me parecido tão correta, tão puritana, de quatro, enchendo a boca no meu membro.

“Vou gozar de novo. Não para, porque eu quero gozar na sua boca – e você vai engolir tudo!”, ordenei. Eu sabia que ela não ia negar – ainda estava atônita. Forcei o ritmo, acelerei os movimentos dentro de seus lábios e puxava sua cabeça para fazer o pau entrar cada vez mais fundo em sua garganta.

Gozei de novo, em fartos jatos de porra grossa. Laís fechou os olhos e me esperou acabar. Olhou-me, obediente, e engoliu tudo.

Eu estava acabado, cansado, suado, morto. Deitamos um pouco no sofá e ficamos ali por um tempo. Antes de irmos embora, ela foi até a sala de segurança para retirar a fita das câmeras de vigilância do escritório. Deu-me de presente. “Guarde como recordação. Não sei quando nos encontraremos de novo”, falou.

Isso faz coisa de seis meses, pouco mais. Em conversa com um de meus antigos colegas – agora, estou em novo emprego, lembre-se –, fiquei sabendo que ela se separou do marido. Estou pensando em telefonar pra ela, marcar alguma coisa. Quem sabe uma nova happy hour...