CONTO ERÓTICO
 

Incesto sentido


Por Coronel Mocarzel


Aquelas gêmeas só me provocam... E eu fico aqui, neste apartamento. Hoje, vou dar um jeito nisso! Logo eu, homem vivido e experiente, coronel aposentado, com medo das minhas vizinhas?! Chega de vê-las se esfregando uma na outra, nuas, em frente à minha janela. Chega de bater uma sozinho no quarto! Vou ao encontro delas e vou fardado.

Foi com esse pensamento que, naquela noite, me dirigi àquela campainha. Elas não demoraram a abrir a porta.

– Boa noite. Acho que vocês já me conhecem. Sou o Coronel Mocarzel, seu vizinho.

– Nós conhecemos o senhor? – indagaram as duas, com sorrisinhos marotos.

– Não se façam de desentendidas! – disse eu, já entrando. Vocês fazem a vida de um homem sozinho como eu muito mais feliz e sabem disso – mas hoje eu quero ver vocês se comendo de perto. Muito perto.

As gêmeas permaneceram mudas, mas, como soldadas bem treinadas, me obedeceram de pronto. Aproximaram-se e se beijaram ardentemente. Duas amantes de longa data, bolinando uma a outra.

Cristina e Cristiane pegavam-se nos peitinhos e nas chaninhas com a delicadeza de duas mulheres que conhecem seus corpos. Lambiam-se em todas as partes e se chupavam dos pés à cabeça enquanto eu as observava, com o pau na mão. Meu tesão só aumentou quando uma das loirinhas foi “comer” o grelo da irmã, que gemia e estimulava seus próprios seios.

Eu estava atordoado. Até então, pela janela, só havia visto insinuações. Era como se as duas estivessem esperando por mim há muito tempo, prontas pra me mostrar toda aquela volúpia... Era como se precisassem de um público para seu show, porque me olhavam diretamente nos olhos quando podiam. Eram duas loucas frenéticas.

Cristina, a tatuada mais ativa, fazia cunete e tocava os seios da irmã, que, de quatro, era uma gatinha manhosa e dominada. Eu, já completamente sem roupa, suava de tesão e de medo de que a mãe daquelas duas cadelinhas chegasse, mas o perigo só aumentava a minha vontade de comê-las.

Sem poder agüentar mais nem um segundo, levantei-me e fui ao encontro da dupla. Sem pedir licença, penetrei Cristiane bem gostoso, alargando a grutinha encharcada enquanto ela gemia de prazer!

Infelizmente, eu não podia foder as duas ao mesmo tempo – e Cristina, obviamente, não queria ser apenas uma espectadora. Resolveu me penetrar também.

– Vai, coronel! Fode minha irmã todinha que eu te enfio meu dedo, tá?

– Tá – respondi baixinho.

– Não ouvi, coronel. Fala que tá gostoso, que você quer que eu enfie mais e que você vai enfiar mais também!

– Enfia tudo que eu enfio mais! Ah, ah! – gritei, gemendo.

– Goza pra mim, então – sussurrou a mocinha dos cachinhos loiros.

Gozei! Gozei prostrado e dominado por aquelas monstrinhas juvenis. Vesti-me rápido, envergonhado por ter abandonado minha moral e meus pudores, mas, ao mesmo tempo, muito feliz por ter feito isso. Foi o primeiro e o melhor “fio terra” da minha vida – e minhas únicas testemunhas eram minha farda e minhas vizinhas...