FETICHE

Fraldas, talquinho e lição de sexo

 

Um caso de infantilismo – quando a pessoa curte ser tratada como criança!

por Bela*

Pedro – homem de uns 46 anos, estatura média, corpo definido, sem barba – entra em minha casa e pede: adoraria ser tratado como criança. Foi o início de uma longa amizade.

Diferentemente das belas roupas de dominação que tenho, Pedro adorava me ver com roupas antigas, largas, calças compridas ou saias abaixo do joelho – e seu maior troféu, dado apenas quando ele merecia: me ver com aquelas calcinhas enormes que mulheres de 60 anos compram.

Pedro recebia essa dádiva apenas se passasse por meus tortuosos caminhos. A cada momento, eu escolhia para ele novas tarefas, bem difíceis de realizar, apenas para que conquistasse o direito de me ver usando calcinhas tão grandes.

Na entrada, ele se ajoelha. Beija meus pés, minhas mãos e renova seu juramento: “Vou obedecê-la em tudo, Minha Senhora”. Pedro inicia sua transformação. Retira seu paletó, a gravata, a camisa, as meias, o sapato e as calças puramente masculinas.

Observo se ele cumpriu minhas ordens de estar sem cuecas. Isso sempre causava um transtorno no trabalho, pois, só de saber que ia se encontrar comigo, Pedro se excitava muitas vezes.

Caminho em sua direção e ordeno que deite de barriga para cima e erga as pernas...

 

A partir daquele momento, seu nome não era mais Pedro, mas Camila, uma menina meiga, ingênua e obediente – embora, às vezes, errasse sem querer e devesse ser punida. Era impressionante como a voz de Pedro mudava. Falava baixo, voz fina, olhos caídos, completamente tímido.

Naquele momento, aquele homenzarrão era a minha menininha. De pernas erguidas, ele não se atreve a me olhar. Segura-as para cima e eu o rodeio com meus sapatos antigos, que fazem barulho no chão. Percebo o corpo dele estremecer...

Pego a fralda geriátrica, de tamanho adequado para Camila, e a coloco na frente dela. Curvo-a por uns instantes, para verificar se a higiene havia sido feita de maneira correta. Não senti perfume de talco, como havia ordenado.

Camila me relata que o talco que deixa no banheiro de seu trabalho dessa vez foi retirado por algum desconhecido. Ela apenas tomou banho e foi ao meu encontro, desobedecendo a mim.

Em nenhum momento, passou-lhe pela cabeça que, em qualquer farmácia, havia talco. Camila tem, então, sua higiene retomada, mas com água fria. A punição maior é caminhar por toda a casa até meu quarto e lá pegar o talco.

Na volta, peço propositadamente a um conhecido que toque a campainha. Se fosse a prova dos 100 m rasos, Camila teria vencido, tamanho era o medo de ser descoberta.

Voltou, e recomeçamos a higiene. Sou mais severa nesse instante, aplicando-lhe cera e depilando-a toda. Seus finos gemidos em nada lembram a voz de Pedro. Estava ali minha menina.

Voltando à posição inicial, deitada de barriga para cima, pernas erguidas, eu coloco lentamente sua fralda. Passo os adesivos pela lateral e a deixo quieta. Peço que pegue sua lancheirinha. Eu sempre separava frutas, um pedaço de bolo e refrigerante.

Ordeno que Camila vá até o local previamente preparado para ser sala de aula. Senta na cadeirinha, abre seu caderno e verifico seu dever de casa. As cópias que eu havia dado de lição estavam ali. Verifico letra por letra – mas o erro de uma letra “i” sem o devido pingo basta para um castigo severo. Pego a palmatória e bato em suas mãos.

A fralda se avoluma e vejo a excitação de Camila. Deixo que o momento da sala de aula passe, e Camila, sem perceber, não come seu lanchinho. Quando voltamos ao local inicial, faço uma vistoria, e o lanche continua intacto.

Furiosa, retiro a fralda, faço uma amarração em seu pênis (que o deixa ainda mais ereto), coloco-a de bruços no meu colo e dou-lhe uns tapas na bunda. Camila berra de dor. Minha mão pesada deixa marcas de todos os dedos, como em uma tatuagem. Castigo aplicado, vem o mais difícil.

De pé, com uma toalhinha no chão, Camila tem de urinar e acertar a tolha, sem que nenhuma gota espirre pelo piso. Com muita dificuldade, ela obedece.

Camila é, então, obrigada a cheirar a toalhinha, e, com ela, faço uma mordaça. Tinha ali contato com o que realmente era seu: apenas sua própria urina. Segurando firme a toalha com os dentes, Camila recebe um belo pijaminha cor-de-rosa.

Ordeno-lhe que deite no cantinho com travesseirinho e lençóis. Retiro a amarração do pênis. Mostro-lhe uma chupeta e a coloco na entradinha de seu ânus. Ordeno que feche os olhos. Sento-me com a grande calcinha em seu rosto. Camila recebe a ordem para gozar. Toca-se em cinco minutos. Vejo o lençol marcado por seu prazer.

Levanto-me e dou ordem para que Camila encoste a cabeça em meu colo. Passo a mão em seus cabelos, retiro-lhe a mordaça e vejo seu sorriso feliz. Observo enquanto Camila se retira e Pedro se faz novamente aquele empresário de Hong Kong que vinha ao Brasil apenas para me servir.

Pedro me olha feliz. Com reverência, ajoelha-se, beija minhas mãos e meus pés e, dessa forma, recebe novas ordens para nossas lições de casa, novos desafios. Minha certeza? A de que ambos estávamos realizados.


* Bela é proprietária do Clube Dominna, em São Paulo. | Fotos: Reprodução