CONTO ERÓTICO



Mariana sereia


por Rodrigo Mattos


Nunca gostei de praticar esportes, nem me preocupei com a alimentação. Acho que isso aconteceu porque sempre estive naturalmente em forma. Meus amigos ganharam barriguinha de chope, mas a minha continua a mesma de quando eu tinha 20 anos.

Apesar disso, meu médico e minha mulher resolveram implicar com o estilo de vida que levo. Aos 40 anos de idade, fui forçado a abandonar o sedentarismo e me preocupar mais com a saúde. Além de cortar o cigarro e ter uma dieta mais saudável, comecei a fazer natação. É o único exercício de que gosto.

Como parte dessa nova rotina, há dois meses, frequento a piscina de uma academia perto de casa. Três vezes por semana, religiosamente – e se, nos primeiros dias, ficava distraído com as dores e minha falta de fôlego, já sinto agora o prazer em praticar essa atividade.

No entanto, ao contrário do que todos pensam, não foi por causa da saúde que comecei a ir com mais vontade à natação. No horário em que vou, seis horas da manhã, só havia mais uma pessoa. Uma mulher – ou, melhor, garota – com a pele bem rosada, levemente bronzeada. Minha motivação!

Suas pernas longas e torneadas faziam com que deslizasse na piscina, de uma ponta a outra, como uma sereia, e, quando terminava seu treino intenso e saía da piscina, eu admirava todo o seu corpo, a cintura fina e seios fartos cobertos pelo maiô molhado.

Apesar de atlética, a morena era muito delicada. Talvez por ser jovem: parecia ter entre 20 e 22 anos. A última vez que fiquei com uma mulher dessa idade, eu tinha 25 anos e acabei casando com ela – mas não... Essa era muito mais delicada do que minha mulher um dia tinha sido.

Tinha os traços do rosto suaves, mas, ao mesmo tempo, marcantes. Os olhos grandes e verdes brilhavam e pareciam ser realçados pela água azul da piscina. Ela tinha uma beleza natural que impressionava. Principalmente, quando tirava a touca do cabelo e deixava seus longos fios escuros e molhados caírem sobre o ombro.

A verdade, porém, era que a morena era só um sonho. Afinal, o que uma mulher jovem e bonita como aquela iria querer com um quarentão como eu? Então, fiquei sossegado, contente em apenas vê-la toda semana.

No entanto, um dia, depois do treino, ela puxou papo. Não lembro sobre o quê. Alguma bobagem sobre o tempo ou algo do gênero, não importa. O importante é que fiquei sabendo seu nome: Mariana. Desde então, começamos a conversar um pouquinho, sempre depois de nosso exercício. Falávamos sobre qual o melhor óculos para nadar, sobre o tempo ou a temperatura da piscina. Um dia, ela soltou: “Você é casado?”. Não sabia o que dizer, se mentia ou não. Demorei para decidir.

Mariana, então, apontou para minha aliança e perguntou novamente. Tive de responder a verdade. “Que pena”, ela disse. Que pena?! Fiquei muito feliz com a reação dela e resolvi não perder a oportunidade!

Quando terminamos de nadar, perguntei para ela porque achou “uma pena” eu ser casado. Mariana me respondeu com um beijo. Fiquei desconcertado. Olhei para o monitor que fica na piscina e fiquei com medo de que ele tivesse visto o que aconteceu – mas ele estava dormindo, sentado na cadeira, do outro lado dos 25 metros.

Sossegado, puxei Mariana para junto de meu corpo e beijei-a novamente. Meu pau ficou duro. Ela colocou sua mão sobre minha sunga, para sentir minha rigidez, e disse: “Vamos tomar banho?”. Eu sorri.

A gata me puxou pelo braço e entramos no banheiro feminino. Não havia ninguém lá. Ainda bem! Ela pegou uma camisinha em seu armário, tirou seu maiô e entrou em um dos boxes de banho. Eu a segui. Seus seios eram redondinhos e rosados. Chupei o biquinho de seu peito e o senti ficar durinho.

Tirei minha sunga e fechei a porta. Ela me colocou debaixo da água morna e acariciou meu pênis com sua mão. Brincava com meu membro e o esfregava na boquinha de sua boceta, enquanto me beijava. Agachou-se e engoliu meu pinto inteirinho. Apesar de jovem, parecia ter bastante experiência nisso!

Sua boca era sedosa e me deixava mais excitado ainda. Colocou a camisinha em mim e se levantou. Eu a dominei. Agarrei sua bunda e encostei seu corpo contra a parede do boxe. Ergui uma de suas pernas para junto de mim, segurando em sua coxa – e a penetrei violentamente.

Mariana deixou escapar um gemido de prazer e se controlou para não gritar. Tentou morder meu pescoço, mas eu afastei seu rosto e lhe dei um tapa. Não queria que me deixasse marca. Ela pareceu gostar da minha reação. Podia ouvir sua bunda batendo contra o vidro do boxe enquanto eu entrava e saía de seu corpo, cada vez mais forte.

Mariana se virou. Eu dei dois tapas em sua bunda, e ela sorriu. Inclinou-se contra a parede, e eu a penetrei por trás. A morena já não conseguia mais se controlar e deixou escapar mais alguns gemidos.

Apesar da água caindo sobre meu corpo, eu estava suando de prazer. Quando estava quase gozando, parei, tirei meu pinto de seu corpo e pedi que ela engolisse minha porra. Ela ficou contente com o pedido. Agachou-se e abriu a boca gulosa.

Espirrei um jato em seu rosto, e Mariana se deliciou. Nós nos beijamos mais uma vez, e eu saí rapidamente, sem nenhuma conversa. Terminei meu banho no banheiro masculino, antes que alguém nos visse. Agora, tenho um ótimo motivo para ir à natação três vezes por semana. Além disso, meu médico e minha mulher estão felizes com meus exercícios.