CONTO ERÓTICO
 

Mulher de amigo meu, só por trás


por Dr. Fernando Del Vogue


Sozinho em casa, sentado na frente do computador, reflito nos meus 38 anos de vida. Consegui algum sucesso profissional, embora saiba que tenho muito a evoluir. Tive um bom número de mulheres, mas nenhuma se mostrou perfeita a ponto de fazer com que me apaixonasse somente por ela – mas de uma coisa tenho certeza: a principal conquista da minha vida são meus amigos.

Conheci meus melhores companheiros na USP (Universidade de São Paulo), quando estudei odontologia. Depois de formados, muitos se mudaram, outros se atarefaram muito, mas, de cinco em cinco anos, fazemos uma comemoração em que não falta ninguém.

Recentemente, completamos 15 anos de formados. Alugamos um sítio para passar o fim de semana. Com exceção do Joaquim e da Lorena, que estão na Europa, todos compareceram. Nem parecia que não nos víamos desde o último encontro. Algo, entretanto, atiçava minha mente.

Durante toda a faculdade, houve um casal muito bonito na minha turma. Namoraram durante o curso e, no ano da formatura, se casaram. Já tinha ouvido boatos de que o amor entre os dois tinha acabado, mas relutava em aceitar.

No churrasco, percebi que os rumores eram verdadeiros. Via meu amigo Pedro conversando e tomando cerveja, mas distante da bela esposa, Luisa. Curiosidade demais ou gesto de amizade, perguntei o que estava acontecendo.

Sem titubear, já bêbado, Pedro confessou que Luisa o traía. Entre lágrimas, me disse que estavam se divorciando, mas ainda amava muito aquela mulher.

De um lado, estava Pedro, triste, a barba por fazer, agarrando-se ao copo de cerveja. Um pouco distante, mas não muito, estava Luisa. Ria bastante e trajava um vestido estampado que causou verdadeiro furor. Ela parecia imune aos efeitos do tempo.

No mesmo rosto angelical de 15 anos atrás, fulguravam os olhos negros e firmes. O nariz delicado fazia par com o lindo sorriso, adornado pelas covinhas que insistem em aparecer em sua bochecha.

O corpo continuava escultural, e, talvez por não ter Pedro a seu lado, a beleza de Luisa só aumentava: os seios firmes e belos, as coxas grandes e bem-feitas, além de um bumbum que sempre entortou muitos pescoços.

Talvez Luisa tenha percebido que eu a olhava. Tentei disfarçar, não sei se deu certo, mas fui para o meu chalé arrumar as coisas. Quando tiro algumas roupas da mochila, sinto uma respiração perto da minha nuca. Viro assustado. Era Luisa. Chegou afirmando que a história de Pedro não era a única verdade. Segundo ela, foi o marido que fez com que se tornasse viciada em sexo.

Luisa disse que Pedro a levava às casas de swing, mas, de uns tempos pra cá, sentia ciúmes, e pararam de frequentar esses ambientes. Nervosa, a gata me explicou que não conseguia ser mulher de um só homem. Por isso, continuou procurando outras pessoas.

A história me deixou com o pau explodindo de tesão, mas, em respeito a Pedro, tentei me controlar. O limite, porém, não tardou a chegar. Luisa começou a se insinuar para mim, com as armas que as belas mulheres usam quando querem algo.

Sorrindo e arrumando o liso e negro cabelo, me elogiou, dizendo que eu ainda estava em forma, mas que a camisa que vestia era feia, meio fora de moda. Sempre adorei aquela roupa, mas, naquela hora, também achei que estava feia. Luisa pegou outra camiseta na minha mochila e pediu para eu trocar.

Logo depois, ela perguntou se eu tinha gostado de sua roupa. Disse que sim, e, para minha surpresa, Luisa derrubou as alças do vestido, riu e disse que perguntara se eu tinha gostado das roupas de baixo.

Luisa trajava uma calcinha preta que não escondia nada e um sutiã da mesma cor. Não resisti. Agarrei seu corpo e cedi aos meus impulsos sexuais. Se sexo era o que ela queria, era isso que ia ter.

Com força, beijei a boca de Luisa e desrespeitei um código de honra: o de jamais pegar a mulher de um amigo – mas, por favor, peço que entendam minha situação. Arranquei o sutiã dela e lambi aqueles seios maravilhosos, me perdendo nos bicos que estalavam na minha língua enquanto a gata gemia de prazer.

Luisa, então, arrancou minha calça e a cueca, liberando meu mastro, que, a essa altura, estava completamente erguido. Chupou com vontade, passando a língua por todo o meu cacete e lambendo as bolas do meu saco. Quase me levou ao orgasmo, mas era hora do troco.

Tirei a calcinha da gata com cuidado. Coloquei Luisa deitada no chão do chalé e passei a chupar toda a bocetinha quente. Jorrava mel daquelas entranhas, enquanto ela rebolava e pedia mais. As pernas da gata tremiam e me sufocavam no meio de tanto prazer, mas eu não pensava em parar: queria fazer com que sentisse o melhor orgasmo do mundo.

Depois de algum tempo, coloquei Luisa de joelhos no chão, apoiando o braço sobre o beliche do chalé e arrebitando a bundinha toda. Com muita sensualidade, ela disse que eu podia escolher o buraco que quisesse. Não pensei duas vezes. Sem tocar a campainha, entrei pelos fundos, tirando um grito alto e cheio de tesão da boca de Luisa.

Bombei com força no cu da gata, fazendo com que rebolasse no meu pau e gemesse de desejo. Enquanto fodia aquele buraquinho, acariciava a chaninha, deixando-a maluca. Não demorei a gozar, esparramando meu leite nas costas de Luisa.

Ficamos os dois deitados, nus, no chão do chalé, até que ela se levantou, limpou as costas, pôs as roupas e afirmou que Pedro era um amante muito melhor do que eu.

Fiquei puto. Pensei em contar tudo, mas Pedro podia jamais me perdoar. Demorei meia hora tomando banho e pensando no que devia ser feito. Concluí que o melhor era ser sincero.

Fui até a churrasqueira. Estavam todos muitos felizes, mas eu não sabia o motivo. Vi Pedro e Luisa se beijando como nos velhos tempos. Eles viram que eu tinha chegado e me chamaram para contar a novidade.

Pedro disse que Luisa tinha pedido desculpas. Os dois tentariam viver juntos mais uma vez. O sorriso de Luisa agora dava lugar a uma feição irônica. Eu não podia fazer mais nada. Eles sempre formaram um casal cativante.