CONTO ERÓTICO
 

Mulher vadia


por Matias Almeida


Foi uma surpresa pra mim quando Ronaldo, amigo do futebol de sábado, me disse, bêbado pela caipirinha, que minha esposa se entregava a todos os homens do bairro. Depois de lhe socar a cara, fui pra casa frustrado, mas nada disse à Sílvia, minha mulher.

No decorrer dos dias, porém, vigiei-a mais de perto. Tirei uma semana de folga no trabalho pra ficar ao lado dela. Senti que Sílvia estava incomodada, mas eu não queria acreditar que fosse por abstinência sexual.

Os dias se passaram, e ela ficou cada vez mais nervosa. Até que, no último dia, decidiu, do nada, reformar o quintal dos fundos da casa – e contratou dois pedreiros. Ainda tive tempo de acompanhar as medições no meu último dia de folga. João, o maior deles, garantiu que o trabalho ficaria bom e que, em três dias, eu teria um quintal novo.

No dia seguinte, fui trabalhar. Na saída, encontrei João e seu assistente Júlio, um adolescente magro e alto, no portão de casa. Cumprimentei-os e saí com o carro, mas fiquei com a pulga atrás da orelha. Logo depois do almoço, minha desconfiança me mandou de volta pra casa.

Parei o carro numa rua pa-ralela e segui até em casa. Abri o portão lentamente e entrei. Segui até os fundos e, pela janela da cozinha, olhei para o quintal. O que vi me deixou atordoado!

Minha mulher, Sílvia, estava ajoelhada entre os escombros do cimento quebrado do quintal. À sua frente, João com as calças arriadas, sem camisa, enquanto a mão imensa fechava-se em torno da cabeça dela.

Estarrecido, vi o membro gigante desaparecer dentro da boca dela, fazendo-a engasgar, enquanto Júlio, o assistente, ria e batia uma ao lado. Pensei em fazer algo, mas, entre incrédulo e surpreso, senti que meu próprio pau começava a acordar. Enquanto isso, Sílvia, esticando a mão, chamava Júlio.

O adolescente se aproximou, colocando-se do outro lado dela. Sílvia agarrou o pinto dele, que não era tão grande, mas muito grosso, e o abocanhou como uma vadia. Julio agarrou-a pelas orelhas e socou com vontade em sua boca, enquanto João ria e incentivava o rapaz. Depois de mais uma engasgada, foi novamente a vez de João. Ele socava com força, fodendo a boca dela. Eles a humilhavam, mas ela parecia gostar daquilo.

Sem me dar conta, tirei meu membro pra fora, e comecei a tocar uma punheta. Lá fora, eu via Sílvia de quatro. João colocou-se atrás dela, rasgando seu vestidinho. Vi os peitos brancos e redondos pularem pra fora e sendo agarrados com força pelas mãos ásperas do adolescente.

Ambos a rodeavam como lobos no cio. A mão de João estatelou-se com tanta força na bundinha dela que ouvi o som de dentro da cozinha. Júlio riu e também deu seus tapas. Minha mulher, então, agarrou-se a João, segurando seu pau e lambendo seu suor.

Na sequência, Julio chegou por trás e arrebentou a calcinha, forçando roçando o pau entre as pernas de Sílvia. Foi quando João a agarrou pelas axilas, mantendo-a erguida e com o pau entalado em sua boca. Julio abriu bem a bundinha dela e apontou o pinto, empurrando-o firme e forte. Vi que Sílvia estremeceu com a penetração, mas não podia dizer nada, pois João a mantinha firmemente presa com o pau em sua boca.

Julio começou a socar com força. De vez em quando, João permitia que Sílvia respirasse, mas logo voltava a lhe socar a garganta.

De repente, João soltou-a e ela caiu de joelhos no chão. Segurando-a pelo queixo, ele forçou sua boca a abrir, e vi os jatos brancos e longos serem despejados naquela boca que eu tanto beijei.

Júlio, porém, ainda não havia terminado – e empurrou-a, colocando-a de quatro no chão. De pé, com as pernas dobradas, ele arremeteu para dentro do cuzinho dela, enquanto ela agarrava o pênis agora flácido de João e o limpava com a língua. Julio fodeu-a com força, e, quinze minutos depois, agarrou-a pelo pescoço, tirando o pau de dentro dela e enfiando em sua boca.

Foi quando senti que eu mesmo gozava. Saí correndo, antes que me vissem, como um fugitivo de meu próprio lar. Quando voltei, os dois pedreiros já estavam de saída. Cumprimentaram-me com sorrisos calorosos e foram embora.

Sílvia estava bem-humorada e amorosa. Deu-me um beijo e disse que estava cansada demais para transar naquela noite. Eu compreendi, pois quero vê-la feliz!