CONTO ERÓTICO
 

Na Calada da Noite


por Rafaela Katz


Tudo aconteceu na época em que eu cursava o ensino médio. Eu e uma amiga havíamos sido convidadas para uma festa na casa de uma colega. Seria o acontecimento do ano! Todos os alunos estariam lá. Fui me arrumar na casa de Sandrinha, e, de lá, fomos juntas, excitadíssimas com a ocasião.

Sandrinha era muito popular. Ao chegar, parecia que todos queriam conversar com ela. Aproveitei para dar uma olhada geral e encontrar quem eu queria: Alberto, um rapaz que eu paquerava há alguns meses, sem coragem de me aproximar.

Sandrinha percebeu:

– É ele que você me disse?

– Sim. Você conhece?

–Já estudamos juntos, e é bem o seu tipo!

Antes que eu pudesse reagir, Sandrinha já me arrastava pelo braço ao encontro de Alberto. Cumprimentou toda a rodinha, me apresentou e, depois de alguns minutos, afastou todo mundo e nos deixou a sós.

Alberto era tímido e, sem ter muito o que dizer, me convidou para uma dança. A maneira suave como ele tocava meu ombro me provocava arrepios.

Ele olhou bem fundo nos meus olhos e, num impulso, lascou-me um beijo na boca. Eu me entreguei ao seu lábio quente. Perdemos toda a timidez que havia entre nós.

Ficamos juntos a noite toda e, na hora de ir embora, Alberto se ofereceu para me levar para casa. Aceitei e avisei Sandrinha.

O ar estava um pouco frio. Alberto passou os braços por sobre meu ombro para me esquentar e seguimos abraçados, parando apenas para um rápido beijo. Passamos, então, em frente ao cemitério.

– Veja! O portão está aberto! – disse Alberto.

– Alguém deve ter esquecido.

– Vamos entrar um pouco?

– Pra quê? A essa hora?!

– Vem. Eu te protejo.

Ele começou a sorrir e me olhou maliciosamente. Mesmo com meus protestos, me arrastou portão adentro.

O estranho é que, passados alguns minutos, já não sentia um pingo de medo. Alberto estava enlaçado ao meu ombro e seguíamos juntos pelas alamedas.

Chegando a uma parte bem remota do cemitério, ele me abraçou mais forte e me encheu de beijos. Fiquei sem fôlego e excitada com suas mãos, que já percorriam todo o meu corpo.

Logo, eu já podia sentir o membro de Alberto se esfregando em minhas pernas trêmulas.

Levando-me mais pro canto, ele não agüentou: deitou-me sobre um túmulo de mármore e se jogou por cima, me beijando mais e mais.

Suas mãos entravam por dentro de minha blusa e acariciava meus mamilos duros. Segurei suavemente seu membro, que parecia querer estourar a calça.

Sem hesitar, Alberto abriu o zíper e libertou o pau, pegando minha mão e pondo sobre ele. Acariciei o mastro quente, que teimava em deixar escorrer um líquido babento em mim.

Alberto tirou minha blusa e acariciou meus seios. Começou a mordê-los suavemente, revezando entre um e outro. Sua língua quente percorria meus mamilos até enfiá-los inteiros na boca.

A essa altura, minha chaninha fervia de tesão. Alberto percebeu: tirou minha saia e a calcinha e começou a enfiar a língua em meu grelinho, usando o dedo pra penetrar lentamente. Eu me contorcia de prazer.

Rapidamente, ele se ajoelhou perto de meu rosto e ofereceu o cacete duro e quente. Enfiei-o inteiro na boca, descendo devagar até alcançar suas bolas. Ele aproveitava e fodia com força minha boca, fazendo com que me engasgasse.

Na seqüência, Alberto me pôs de quatro e esfregou o pau babento em minha bunda. Chupou um pouco mais minha grutinha para deixá-la umedecida, e os dedos lubrificados teimavam em brincar no meu buraquinho.

Depois de tanto se esfregar, ele decidiu invadir. Começou a introduzir o membro, aos poucos, em minha vagina, até estocar tudo de uma vez só! Gritei de dor e prazer, e seu vaivém frenético me deixou louca.

Alberto era demorado no sexo. Fui comida em várias posições, e cheguei a gozar três vezes, untando seu pênis com meus fluidos. Quando percebi que ele estava para explodir, pedi para chupá-lo mais um pouco.

Ele me atendeu e me fez ajoelhar, enquanto enfiava o membro entre meus lábios. Percebi seu pau babando ainda mais. Em pouco tempo, senti o mastro pulsar e provei seu leite enchendo minha boca. Limpei todo o pau melecado com minha língua. Alberto, então, se deitou por cima de mim e me beijou suavemente.

De todas as minhas aventuras, essa foi certamente a melhor – e não admira que, depois dela, eu e Alberto tenhamos iniciado um tórrido namoro...