CONTO ERÓTICO
 

O MELHOR NEGÓCIO DE TODOS


Por Felipe Valentim
Esta é daquelas histórias em que ninguém acredita. Uns tempos atrás, dei um bico no emprego e resolvi abrir uma empresa própria. Arrendei um motel, afinal, corre a lenda de que é um dos melhores negócios disponíveis.

Minha aventura, porém, começa numa quinta-feira à tarde. Caminhando pelo estacionamento, flagrei uma mulher, por volta dos 40 anos, chorando bastante.

Ela ficou com a honrosa segunda colocação no Eroticon 2002, o mundial de gangs-band, organizado na Varsóvia, Polônia. A morena disputou com outras duas candidatas o título de “Rainha do Gangs-Band” e perdeu o troféu para a polonesa Klaudia Figura, que transou com 646 homens em cerca de sete horas.

Não costumo me intrometer, mas fiquei preocupado. Ela me contou que seu amante, um sujeito casado, a havia deixado plantada ali. “Deve estar com a mulher. Não agüento mais essa situação”, disse.

Fiquei por ali, tentando acalmá-la – mas vai entender as mulheres! Ela talvez estivesse carente, mas o fato é que me beijou com vontade. Era uma morena de formas generosas, quadril largo, seios fartos. Não sou de ferro: fiquei de pau duro no mesmo instante!

A morena percebeu, colocou a mão por dentro das minhas calças e começou a me masturbar. Por fim, me puxou até dentro do quarto que havia alugado para passar a tarde com o amante.

Sentei-me na cama, ela se ajoelhou. Começou a chupar meu pau, que latejava de tão duro. Uma mistura de saliva grossa e lágrimas – ela ainda soluçava – escorria por todo o meu mastro e me deixava sem ação.

Sem meias palavras, a mulher levantou a saia, puxou a calcinha pro lado e começou a encaixar meu cacete em seu cuzinho. Disse que era a primeira vez, que havia prometido que essa vez seria com o amante – mas agora havia mudado de idéia.

Ela se contorcia de dor, suspirava, dava pequenas cavalgadas. As lágrimas de tristeza deram lugar a um outro tipo de lágrimas... Mas ela rebolou até conseguir colocar cada centímetro do meu pau pra dentro de seu rabinho.

Por um momento, pareceu até esquecer que estava sendo arrombada e começou a subir e descer. Pouco tempo depois, gritava, mas agora de prazer. Sua boceta escorria, enquanto eu tentava não gozar. “Me coma igual você come uma puta. Uma puta de rua!”, gritou.

Joguei-a de quatro no chão, peguei seus cabelos e encostei seu rosto no assoalho. Ela ficou imóvel, com o cuzinho indefeso, e eu bombei com raiva. Às vezes, puxava seus cabelos e dava tapas com força em sua cara.

A morena gozou em poucos minutos. Gritou, se contorceu, até que ficou caída, enquanto eu seguia enfiando o cacete em seu rabinho arrombado.

Ela sentiu que eu não agüentava mais. Ainda machucada pelo sexo selvagem, voltou a chupar meu pau. O primeiro jato de porra quase a fez engasgar, mas ela engoliu cada gota de meu sêmen grosso, sem deixar nada escorrer.

Sem dizer nada, arrumou-se. Agradeceu-me pela atenção e por ter permitido sua vingança. Hoje, deve ter feito as pazes com o amante, pois ainda vai com ele até meu motel toda semana – mas, enquanto ele passa os sábados com a esposa, ela costuma ir até lá durante a tarde. Para me encontrar. Ter um motel é, realmente, um ótimo negócio.