Pela primeira vez em dois anos: sexo. E no carro

por Wallace M. – leitor

Eu não transava há muito tempo. Estava passando por um período complicado em minha vida. Minha namorada havia rompido no relacionamento. Fui pego de surpresa. Nós estávamos juntos há cinco anos.

Me fechei para o mundo durante algum tempo: dois anos. Só saía de casa para trabalhar. Não ia a bares com meus amigos, não ia ao cinema e mal aparecia em reuniões familiares. Dois anos trancado entre as paredes de meu apartamento.

Durante esse tempo, não trepei com ninguém. Bati muita, muita punheta. É claro que o tesão falou mais alto. Eu precisava fazer sexo com alguma mulher. E logo.

Aconteceu ontem. Me arrumei e fui a uma balada. Sentei-me junto ao bar e, tomando uma cerveja, procurei alguma gostosa. Meu olhar se encontrou com o de uma mulher que devia ter aproximadamente 30 anos. Não sei. Ela não me disse a idade dela. Nem o nome. Ela era linda – tinha uma beleza diferente. Cor da pele marrom claro, um par de olhos grandes e pretos, cabelo preto encaracolado e curvas sutis, mas notáveis. Nariz arrebitado e lábios muito bem desenhados. Meu pau ficou duro na hora.

Após fixar seu olhar em mim, ela saiu da minha frente, deixando claro o convite para eu segui-la. Foi o que fiz. Na calçada, reparei que a mulher estava no lado oposto da rua, parada em frente a um carro. Mesmo estando em lugar como esse, de madrugada – estávamos perto das três da manhã –, ela levantou a minissaia dela para mim e me mostrou, rapidamente, sua boceta depiladinha.

Ela entrou no carro. Atravessei a rua com pressa, com meu pau quase rasgando a calça. Entrei no carro, sentei-me no banco do passageiro, ao lado dela, que estava no do motorista. Não pensei duas vezes: coloquei meu pau para fora da calça e tasquei-lhe um beijo na boca.

A gostosa respondeu me beijando de volta e pondo a mão no meu pau. Só naquele momento percebi que os vidros do carro não tinham insufilm. Todos que estavam passando na rua podiam nos ver. A polícia poderia nos ver, se estivesse ali. Foda-se. Seguimos adiante.

Arranquei o vestido dela e ela se sentou no meu colo. Apertei os seios dela. Eram lindos. Macios, cor de chocolate, tamanho médio. Perfeitos.

Coloquei meu dedo do meio da mão direita na boceta dela – que era linda. A mais linda que eu já vi. Eu, com meu dedo, senti como ela era quente e úmida por dentro, enquanto babava na minha mão toda e jogava a cabeça para trás, em êxtase, gemendo. Eu lambia e dava mordidas nos seios dela.

Peguei uma camisinha dentro da minha carteira no bolso da calça. Passei-a no meu pau e, logo que terminei de fazer isso, ela se sentou nele. Que sensação maravilhosa foi sentir meu pau latejando de tesão dentro daquela boceta maravilhosa – tão aconchegante, tão úmida, tão quentinha –, que eu tinha vontade de morder com força depois de lamber, lamber e chupar como a fruta mais saborosa do mundo.

Ela passou os braços na minha nuca e começou a subir e descer no meu pau. Reparei que pessoas as pessoas atravessavam a rua nos olhando. Algumas, abismadas. Outras com um olhar sincero de inveja.

Eu as encarei de volta, desafiando-as, apertando o quadril da gostosa, desencostando do banco do carro e fodendo com força aquela periquita deliciosa. Ela gemia sonoramente. Eu sentia as virilhas quentes e lindas dela em mim. Meu pau estava inteiro dentro dela.

Ela descia e subia no meu pau com bastante força – querendo ser comida, querendo ser fodida, querendo me sentir dentro dela, e sem gentilezas. Percebendo isso, retribui da mesma forma. É um dos melhores encontros o do cara que quer foder com uma mina que quer ser fodida.

Que delícia sentir, pela primeira vez em dois anos, minha porra quente jorrar do meu pau dentro de uma camisinha, dentro de uma mulher. Meu orgasmo veio junto com o dela. Depois de gozarmos, ficamos parados, recuperando o fôlego, com nossos corpos suados. A rua estava vazia naquele momento.

Ela se levantou, tirando meu pau de dentro dela. Pôs o vestido de volta, abriu a porta do carro para mim e disse, grosseiramente: “Vaza”. Eu adorei. Mesmo com meu pau para fora, envolvida em uma camisinha toda gozada, fui para a calçada. Dando risada, tirei a camisinha de mim enquanto ela dava partida no carro e ia embora. Dei um nó na camisinha e joguei-a no lixo. Guardei meu pau dentro da calça sem me importar se alguém estava vendo a cena. Ainda rindo, fui embora.