CONTO ERÓTICO
 

Quase virgem


por Carolina Silva

 

Cresci mulher em meio a seis irmãos, num sítio do interior de Minas Gerais – e, com um “exército” ao meu redor, permaneci seguramente virgem, pois nenhum homem se atrevia a me namorar.

Até que surgiu Otávio. Ele tinha bons princípios, era respeitador e também virgem. Durante nosso breve noivado, fui alvo da chacota dos meus irmãos, que faziam piadas sobre virgens e cornos.

A três dias do casamento, estava tão ansiosa que decidi me refrescar na cachoeira do sítio. Desde criança, não fazia isso, e a aventura pareceu excitante. Quando cheguei, tirei minha roupa e fiquei apenas de calcinha. Medi meu corpo e gostei do que vi: seios firmes que cabiam na palma da mão, bunda grande e empinada, canelas bem torneadas e coxas grandes.

Experimentei a água gelada e senti um arrepio delicioso. Mergulhei de uma vez e esqueci minhas preocupações. Brinquei nadando e mergulhando, enquanto o sol brilhava. Foi quando ouvi algo e me virei. Meus irmãos, Felipe e Ângelo, de 23 e 25 anos, acabavam de chegar na clareira e pareciam olhar hipnotizados para mim – mas, como eram meus irmãos, chamei-os para brincar comigo.

Eles se entreolharam, mas logo caíram na risada, arrancando suas calças e camisas e correndo para dentro da água. Sem graça, notei que os volumes em suas cuecas estavam grandes e duros e, apesar de serem meus irmãos, senti os bicos dos meus seios enrijecerem quando vi aquilo.

Logo estávamos brincando, jogando água um no outro. Felipe me abraçou por trás enquanto Ângelo agarrava minhas pernas e me balançava sobre a água. Senti os braços peludos de Felipe roçarem meus seios, seus dedos pressionando a carne macia – e percebi seu poder me cutucando por trás.

Aquela brincadeira estava estranha. Ângelo também veio me agarrar, e os dois me prenderam num abraço de urso. O calor dos corpos causou-me arrepios.

Embaixo da água, minha mão encontrou o membro duro de Ângelo e disfarçadamente roçou sua pele pulsante. Por trás, o membro de Felipe se estendia grudado à minha bunda, apertando-se de encontro a mim.

Culpada, desvencilhei-me e voltei para a margem. Decidi descansar deitada sobre uma pedra. Meus irmãos também saíram, cochichando – e foi com surpresa que vi ambos tirando as cuecas e estendendo-as para secar no sol.

Cada um se deitou de um lado. Incomodada, fiquei entre ambos, controlando a excitação que subia ao ver aqueles membros rijos e grandes tão próximos. Meus seios endureceram.

Começaram a me perguntar se eu estava preparada para a lua-de-mel. Expliquei, envergonhada, que eu não sabia o que esperar, pois nunca havia experimentado o sexo.

Enquanto eu falava, Ângelo apertava seu membro duro, medindo meu corpo com olhos ávidos. Felipe estendeu seus dedos e começou a alisar minha barriguinha magra. A sensação era deliciosa, e logo todo meu corpo estava coberto de desejo.

 Eu continuava falando, mas agora eram apenas palavras vazias. Sem perceber onde estava minha narrativa, vi as mãos de Felipe subindo até meu seio, rodilhando meu mamilo com agilidade. Parei de falar, e pequenos gemidos de prazer vieram-me à boca. Ângelo, então, disse que me ensinaria o que fazer na lua-de-mel.

Subitamente, sua boca grudou em meu mamilo, enquanto sua mão peluda e calejada deslizava entre minhas pernas. Tomada de surpresa, senti o fôlego escapar.

Logo em seguida, Felipe me mordeu o outro seio, enquanto apertava minhas coxas.

As línguas eram lisas e molhadas e seus dentes mordiscavam meus mamilos rijos, trazendo uma dor deliciosa. Entregue, tentei negar aquilo, dizendo que era pecado – mas, novamente, eram apenas palavras vazias...

Minhas próprias atitudes me surpreenderam, quando abri as pernas para aquelas mãos sedentas, que agora disputavam a entrada de minha chana molhada. Minhas mãos encontraram aqueles membros grossos e se fecharam em torno deles. Meus dedos logo se lambuzaram na baba que escorria de ambos.

Felipe se ajoelhou ao lado de minha boca e forçou a entrada da glande inchada entre meus dentes. Senti o gosto de homem pela primeira vez, e aquilo me excitou ainda mais. Gulosa, deslizei o máximo que pude aquele instrumento goela abaixo.

Ângelo deslizou entre minhas pernas, e sua boca encontrou minha carne úmida, dançando nos meus lábios pequenos e rosados. Eu gemia, engasgada e feliz, sentindo o dedo de Ângelo penetrar levemente meu cu.

As mãos de Felipe fecharam-se com força nas minhas orelhas, e ele soltou um profundo gemido. De repente, jatos quentes invadiram minha garganta. Surpresa, tirei o membro da boca e senti a porra viscosa se espatifar contra meus olhos.

Cega de prazer, continuei segurando-o – e, de repente, senti meu corpo sendo virado de lado e o pênis enrijecido de Ângelo forçando a entrada no meu rabinho. A dor era deliciosa, mas forte. Para não gritar, voltei a chupar Felipe, enquanto Ângelo começava a socar com força no meu rabinho.

Rapidamente, Ângelo gozou. Seus jatos intensos vazaram pela minha carne castigada, lubrificando a entrada para Felipe, que também queria sua vez. Ângelo foi lavar o membro coberto de sangue virgem enquanto Felipe me colocava de quatro. Ajoelhado sobre minhas pernas, ele entrava e saía de dentro de mim, dando tapas na minha bunda erguida.

Ângelo voltou e se ajoelhou diante de meu rosto, mergulhando o membro grande e mole na minha boca. Ainda cega pela porra que me cobria os olhos, tudo que eu sentia eram aqueles membros me enchendo de prazer.

Por todo o tempo do mundo, nós ficamos ali, os três, aproveitando o calor do sol, enquanto eles me possuíam de todas as formas, apenas poupando minha chaninha.

Ao final de muitas gozadas, quando eu estava esfacelada, sangrando e satisfeita, perguntei por que eles não me foderam na chana.

Rindo, Ângelo explicou:

– Isso nós deixamos de presente para o noivo.

Felipe concluiu:

– Mas, depois da lua-de-mel, a gente quer a nossa parte!