CONTO ERÓTICO
 

Reformando a Casa


Por Cíntia Prado


Meu nome é Cíntia, sou morena, cabelos longos, seios redondinhos, corpo bonito. Meu marido, que é adorável e sensível, me dá tudo que peço. Por isso, ele logo tratou de contratar o Pedro para construir uma edícula no quintal.

Durante uma semana, tudo correu normalmente, mas logo percebi que Pedro não tirava os olhos de mim. Vestido sempre com calça de moletom, mal disfarçava a ereção quando vinha falar comigo. Percebendo que eu nada dizia a meu marido, tornou-se mais atrevido e, quando conversávamos, coçava o saco e destacava o volume para mim.

Tudo aconteceu no nono dia de reforma. Pedro me chamou para verificar uma das paredes que havia erguido. Estava sem camisa, todo suado e fedido. Eu vestia apenas um shortinho agarrado e uma miniblusa colada aos seios.

Fingi interesse, mas meus olhos sempre se voltavam para a calça dele. Naquele dia, minha xoxotinha estava em chamas. Ele percebeu. Foi quando perguntei:

– O que é isso na sua calça? Tá escondendo alguma ferramenta?

Uma de suas mãos segurou firme o mastro, apontando-o para minha boca, enquanto a outra empurrava meu pescoço até ele.

Senti o cheiro do pau mal-lavado, mas nada pude fazer. A glande inchada entrou violentamente e foi enterrada na garganta. Senti-me sufocar. Meus olhos encheram-se de lágrimas.

Pedro logo agarrava minhas orelhas e empurrava o pinto garganta abaixo, me fazendo tossir e chorar com sua grossura extrema. Era uma loucura.

Agarrando-o pelas coxas, tomei a iniciativa de chupá-lo, dando longas lambidas no seu saco e por toda a extensão do membro enquanto olhava-o nos olhos. Ele não resistiu. Agarrou firme minha cabeça e encheu minha boca com seu sêmen quente, que se derramou nos meus seios duros e tesos.


Nunca antes havia bebido porra, mas os jatos de Pedro eram tão fortes que me fizeram dar várias engolidas. Ainda de pau duro, sentou-se sobre uma pilha de tijolos, puxando-me sobre ele de costas e me trazendo para seu colo.

Minha bocetinha inchada pulsava de tesão. Gemendo como uma gata no cio, desci lentamente sobre ele, sentindo-me penetrar e rasgar com sua dureza, enquanto meu próprio gozo descia por minhas pernas.

Cavalguei como louca, enquanto ele apertava meus seios de forma violenta. Seu fedor impregnava-me o corpo. Suas estocadas me machucavam, mas era isso que eu queria.

Pegando-me no colo sem deixar escapar o membro de dentro de mim, Pedro me deitou no monte de areia, depois me colocou em pé na parede e deitada no chão frio. A cada posição, me fez gemer loucamente.

– Me dá tua porra, me dá!

Pedro puxou-me pelos cabelos e fiquei de joelhos. Apontando o pinto para meus olhos, lavou meu rosto com seu leite e espalhou-o com a mão por todo o meu rosto, do queixo à testa.

Conduzi-o, então, até o chuveiro. Tomamos um longo banho e exploramos nossos corpos. Fiquei cheia de marcas de mordidas e chupadas arroxeadas. Não pude impedir quando ele me virou de costas e forçou a entrada de seu mastro monstruoso no meu cuzinho virgem.

No início, foi como se me rasgasse ao meio, mas quando os primeiros filetes de sangue escorreram pelo ralo, a dor desapareceu, restando apenas sua carne a rasgar a minha. A terceira gozada preencheu-me por dentro. Quando retirou seu pinto, as gotas de porra escorreram pela minha perna.

Naquela noite, meu marido nada disse ao ver meu corpo todo mordido e chupado. Pedro tornou-se meu amante oficial. A transa entre nós é tão intensa que, há muito tempo, já não procuro meu marido – e as reformas em casa nunca terminam.