CONTO ERÓTICO
 

Ritinha punheteira


Por Manoel Brotto


O sol estava batendo fraco e triste no pátio do colégio Maria Odete, há 15 anos. Eu tinha os cabelos crespos, as pernas finas e socava três bronhas por dia pensando nas bocetas suculentas e cabeludas das garotas do terceiro ano. Na hora do intervalo, eu fumava calmamente um cigarro no banheiro, quando ela entrou...

– Posso filar um trago, Mano? – pediu, com a cara mais safada do mundo.

– Escute, Ritinha, por que, todos os dias, você vem filar meu cigarro no banheiro? Não tem mais o que fazer?

– É que o banheiro masculino me dá um tesão... – respondeu, me mostrando a língua pontuda e molhadinha.

Tomei o cigarro de seus lábios, joguei-o no chão e agarrei a safada! Tasquei-lhe um beijo na boca e enfiei os dedos naquela bundinha gordinha e gostosa. Ela gemeu e me mordeu o pescoço, resmungando que era perigoso dar uns amassos ali, porque podíamos ser pegos no flagra e expulsos do colégio, blablablá...

Tapei sua boca com minha língua e abaixei minha calça para que ela pudesse dar uma boa olhada em minha pica, que já estava roxa, latejante e em posição de sentido.

– Não, não... Alguém pode nos pegar! – gemia ela. Mas me batia punheta, espumando bem a cabeça da minha jeba. Eu já tinha colocado a putinha contra a parede e abaixava sua calcinha quando alguém gritou:

– Que vocês pensam que estão fazendo?! Estão loucos?! – berrou a inspetora Cláudia, nos separando rapidamente, mas com dificuldade. Ritinha estava apavorada! Mas eu não estava nem aí...

A situação era tão escabrosa que mais parecia um sonho! Eu tinha tanto tesão que estava até meio louco. Então, puxei a inspetora Cláudia de canto e tentei passar-lhe o conto, falando baixo e suavemente para acalmá-la, mas sem levantar as calças:

– Escute Cláudia. Não é nada do que está pensando. Estávamos apenas nos amando e reafirmando nossos votos de noivado... Por que você não pega aqui no meu pau? Já viu um caralho duro desse jeito?

Nesse momento, todos os anos de solidão de Cláudia afloraram pelo seu corpo. Ela caiu de boca no meu pau e engoliu até o cabo! Infelizmente, ela já passava dos 60, e, quando olhei a boca murcha sugando meu cacete, fui acometido de um nojo insuportável. Puxei-a pela gola do vestido e a chacoalhei, dizendo que ela tinha sido uma menina muito má e seria castigada!

Sem me esquecer da Ritinha, coloquei a inspetora no colo, levantei-lhe o vestido até as costas e arriei o calçolão. O bundão até que era gostoso. Xinguei-a de pecadora e dei-lhe umas boas palmadas na bunda branca e uns beliscões para temperar. Ela começou a arfar, com a bunda toda vermelha. Ficou sem fôlego e acabou se gozando toda.

Sem perder tempo, joguei a boa e velha inspetora Cláudia no chão e avancei na Ritinha, que estava assustada com a situação, mas ainda não tinha fugido e nem iria, se dependesse de mim! Eu comeria uma boceta nem que para isso tivesse de sequestrar e currar uma das professoras!

Deitei a Ritinha no chão e comecei a lambê-la nas voltinhas da boceta até deixá-la no ponto. Quando o suco da chaninha já escorria pelo rego da safada, foi só cair por cima e começar a lhe meter o pau sem dó.

Ela arranhava minhas costas e me pedia, gemendo, para fodê-la bem gostoso. As bolas do meu saco balançavam, inchadas de porra, e a inspetora Cláudia se masturbava com os olhos arregalados e murmurando baixinho "Tesão... Tesão... Tesão...". Então, me esporrei todo, pela primeira vez, dentro da bocetinha quente e latejante de uma mulher. Olhei profundamente nos olhos de Ritinha, e a inspetora gritou:

– Sensacional! – e desmaiou.