CONTO ERÓTICO
 

Sinuca acolchoada


por Dr. Fernando Del Vogue

Ontem, encontrei o meu primo Túlio, que já não via há alguns meses. Marcamos de tomar uma cerveja em um bar próximo à Avenida Sumaré, em São Paulo, e comentarmos sobre o pedido de casamento que ele tinha feito à sua então namorada, Camile, uma ruiva muito bonita que conheceu quando cursava a faculdade de medicina.

Nós nos encontramos, matamos a saudade e ele me surpreendeu, dizendo: “Fernando, fiquei noivo para comprovar a tese de que homem de aliança é um fetiche para muitas mulheres”.

Dei risada e não acreditei no que ele me dizia, mas Túlio me mostrou uma mensagem que tinha recebido no celular: “As mesas de sinuca deviam ser acolchoadas”.

Perguntei que história tinha sido aquela, e ele me contou com uma riqueza de detalhes que resolvi compartilhar com meus leitores – só espero que Camile nunca leia essas linhas... Túlio disse que a garota se chamava Jussara, uma gata de cabelos escuros, longos e lisos, as pernas grossas e bem-torneadas, seios do tamanho exato, do tipo que cabe perfeitamente na palma da mão.  Os olhos eram negros e tinham um brilho diferente. A boca carnuda fazia par perfeito com os dentes brancos.

 “Mas como você a conheceu?”, perguntei, bastante curioso. Túlio me contou que já tinha ficado com Jussara antes de conhecer Camile, que os dois também tinham estudado na mesma faculdade – mas que o “relacionamento” nunca havia passado de alguns beijos.

Agora, porém, tudo havia mudado. Eles estão trabalhando no mesmo hospital em Jundiaí, interior de São Paulo, e, um belo dia, Jussara convidou-o para comer uma pizza depois do expediente.

Os dois se encontraram no restaurante e logo se beijaram ardentemente. Fazia tempo que meu primo não beijava uma boca diferente da de sua futura esposa... Por isso, ficou bem excitado, mostrando o volume que se sobressaía debaixo da calça branca. Jussara ficou molhadinha.

Os dois comeram a pizza, e a moça decidiu convidá-lo a jogar sinuca em um sítio que a família dela possui ali mesmo, em Jundiaí.

Como contou Túlio, a mesa de sinuca era daquelas de boteco, em que a bola branca nunca cai – mas o jogo estava parelho.

Meu primo estava empolgado em vencer a disputa, afinal, nunca gostou de perder nesse tipo de jogo – e Jussara só provocava, dando beijos em seu cangote e na orelha. Todo homem que já recebeu esse tipo de agrado sabe o quanto é excitante!

Faltavam duas bolas para cada um quando Túlio não suportou a pressão. Agarrou Jussara pela cintura e a sentou em cima da mesa de sinuca. Levantou a saia que ela usava e pôs à mostra os negros pêlos pubianos da mulher. “Sabe, Fernando, minha noiva é ruiva... Não estou acostumado com pêlos negros. Aquilo me excitou demais! Resolvi cair de boca nela, chupando tudo e fazendo a gata gozar na minha língua”, disse meu primo.

Com a bocetinha de Jussara bastante lubrificada, Túlio aproveitou e sacou o pau pra fora, penetrando com entusiasmo na gruta dos prazeres da morena. O movimento de vai-e-vem era intenso, e Jussara gemia muito em cima da mesa de sinuca – até que ambos gozaram abundantemente! É, amigo, depois dessa história, acho que vou arrumar uma noiva e comprovar a tese do meu primo...