CONTO ERÓTICO
 

Tatuei o meu rabinho virgem


por Karen Tattoo


Não é fácil ser mulher. Desde cedo, somos educadas de uma maneira muito conservadora – e nossos pais nos proíbem de fazer as coisas mais gostosas: nada de chegar tarde em casa, de transar com o namorado, de usar roupa muito justa. Claro, nem sempre seguimos essas “recomendações” (isso é outra história...), mas que elas existem, existem.

Meus pais são religiosos e, por isso, tudo que me ensinaram tinha uma dose a mais de repressão. O que eu não conseguia entender é por que, ao mesmo tempo, meu irmão tinha toda a liberdade do mundo pra fazer o que bem entendesse.

Com o tempo, comecei a me revoltar. Pintei o cabelo, pus vários brincos na orelha, arrumei um namorado loucão. César era o tipo de cara que meus pais odiavam: curtia punk rock, gostava de beber, era hipermagro, tatuado e tinha “cara de doente”.

Certa vez, ele encanou que eu precisava tatuar meu bumbum. César era doido por ele. Dizia que era durinho, gostoso e bem quente. Queria porque queria me penetrar por trás – mas eu sempre neguei. Tinha medo da dor.

De toda forma, eu também tinha vontade de fazer uma tattoo no bumbum. Um coraçãozinho, mas, a despeito das outras que eu já possuía, achava que era muita exposição ficar de bundinha pro tatuador.

No fundo, apesar de toda a rebeldia, eu ainda era a menina tímida que meus pais criaram – mas César insistiu tanto que eu acabei topando.

Cheguei ao estúdio no final da tarde, depois do trabalho. Estava um pouco trêmula e usava uma camiseta, jeans e tênis. Pediram que eu aguardasse na sala de espera, mas o tatuador não demorou a aparecer.

Fiquei impressionada. Era bem mais alto que o César. Malhado, mas sem exageros, braços tatuados e pêlos no peito. Chamava-se Christian.

Ele foi bastante atencioso. Perguntou onde eu queria fazer a tattoo. Quando lhe contei, espremeu os olhos de um jeito safado que me arrepiou a espinha. Dispensou a recepcionista e trouxe ele mesmo o catálogo, para eu escolher o tipo de coração que queria.

Enquanto eu olhava as figuras, notei que ele me encarava. A essa altura, só eu e ele estávamos no estúdio. A ansiedade aumentou e, surpreendentemente, comecei a ficar excitada com a situação.

Escolhi, afinal, o coração, bem pequenininho. “Essa é fácil. Quando você vir, já vai estar feita”. Pensei ter visto aquele olhar safado de novo. Foi quando Christian me perguntou se eu tinha outras tatuagens e me pediu para vê-las.

Achei esquisito, mas comecei a tirar a camiseta para mostrar as tattoos espalhadas no abdômen. Ele me comia com os olhos e, quando vi, já passava a mão pela minha barriga. Comecei a ficar molhada.

As mãos ásperas de Christian tiraram minhas calças, e eu também comecei a tirar a roupa dele. Já estava com muito tesão, cada vez mais encharcada. Quando dei por mim, já mamava a pica do meu tatuador com maestria.


Naquele momento, eu já não era a namorada do César. Sentia algo que nunca havia sentido até então. Eu era uma gata selvagem, sedenta por sexo, e queria ser dominada por aquele homem alto e forte que me agarrava.

“Você é muito gostosa... Com a nova tatuagem, então, vai ficar uma delícia!”, dizia ele, enquanto passava a mão pelos meus seios e cabelos. Acho que não me descrevi, né? Sou loira tipo mignon, olhos azuis, 1,68 m de altura e pernas grossas.

Christian parecia olhar dentro da minha alma. Deitou-me no sofá e abocanhou minha xoxotinha úmida de tesão. Ah!... Eu já não agüentava mais... Eu era sua putinha, a menininha levada e tatuada. Naquele momento, todo o desejo que eu tinha guardado em anos de educação repressora deu lugar a uma profunda sensação de prazer.

Abri minhas pernas para Christian, que as segurou no ar e enfiou seu pau todo de uma vez na chaninha apertada. Gritei, gemi... Doeu, mas eu queria mais. Christian começou a bombar com força.

– Ah, me come, meu macho! Ai, não tô agüentando. Mete essa pica em mim, por favor...

– Tá gostando, sua putinha? Você gosta de rola, né? Quer chifrar seu namoradinho, quer?

– Quero, sim! Quero, sim!

Christian, então, me beijou e, lentamente, foi virando meu corpo, até me deixar de quatro pra ele. Pegou um gel na gaveta e começou a enfiar o dedo no meu cuzinho virgem.

– Não! Pára! E-eu não q-quero.... – disse, sem convicção.

– Relaxa, você vai curtir.


Ele já enfiava terceiro dedo. Trocou a camisinha e meteu no meu buraquinho sem dó!

Tive uma sensação diferente. Estava gostando. Nunca pensei que fosse tão bom dar o rabinho. Comecei a rebolar na pica do meu tatuador, que dava tapinhas no bumbum.

Trocamos de posição, e cavalguei seu pau. De repente, sinto o jato dele dentro de mim. Gozei na mesma hora, deixando minha bocetinha encharcada e “mordendo” a pica dele. Dormimos lá mesmo, suados e satisfeitos.

A tatuagem? Fiz só na manhã do dia seguinte. Hoje, continuo namorando o César, mas fiz outras cinco tattoos, que ele adora. Todas com o Christian, é claro.