CONTO ERÓTICO
 

Trenzinho do prazer


por Dr. Fernando Del Vogue

 

Tudo começou numa noite de novembro. Eu tinha 24 anos e voltei à Universidade de São Paulo para buscar o meu diploma de dentista. Vários colegas meus também estavam lá. Por isso, decidimos ir até o Bar do Alemão comemorar aquela importante conquista.

Cervejas, risadas e muitas bebidas na mesa – mas meus olhos não desviavam de um outro lugar, logo à nossa frente. Sentada, havia uma morena deslumbrante. Os olhos negros como duas jabuticabas eram levemente puxados; os cabelos longos e pretos e um corpo curvilíneo me deixaram apaixonado pela garota, que bebia com uma amiga.

Meus amigos, velhos companheiros, notaram meu desejo e logo incentivaram que eu fosse conversar com a gata, mas, naquele dia, eu estava tímido. Ela se levantava, ia até o banheiro, e eu ficava lá... Esperando a gata voltar. Numa dessas idas e vindas, quando ela se sentou à mesa, deixou à mostra sua calcinha preta, um fiapinho de pano. Fiquei louco!

Mesmo assim, não conseguia ir até ela. Foi quando vi um sujeito se aproximando, um baixinho trajando terno preto. Fiquei cheio de ciúmes e coragem. Aproveitei que um senhor vendia gravatas no bar e comprei uma.

Coloquei-a no pescoço, fiz um nó bem caprichado e, notando que a morena prestava atenção, perguntei se tinha gostado. A resposta afirmativa foi o começo de um longo papo.

Ela se chamava Vanessa e trabalhava em uma agência de turismo junto com a amiga, Raquel. Não quis ser guloso e me dediquei mais à morena de olhos puxados, deixando a outra para o baixinho de terno que estava lá antes – mas nenhuma delas parecia querer papo com o outro macho.

Durante a conversa, pude perceber que Raquel era tão linda quanto Vanessa: a primeira tinha a pele mais clara e os seios maiores; na segunda, os pontos fortes eram mesmo a bunda e a pele bronzeada.

Depois de um tempo, Vanessa me disse que ia embora: estava sem carro, e as duas rachariam um táxi. Vendo todo o meu desejo ir por água abaixo, acabei perguntando onde elas moravam. Quando disseram “Interlagos”, minha reação não podia ser outra senão oferecer uma carona.

Levei-as até o carro. Lá dentro, Vanessa sentou-se no banco do passageiro, e Raquel reclamou: “Pena que as duas não possam sentar na frente”. Não entendi a insinuação, mas me aproximei de Vanessa e lhe arranquei um beijo maravilhoso. Nossos lábios se encostavam e nossas línguas dançavam como se fosse o balanço das ondas do mar.

A gata elogiou o meu beijo, mas disse que queria me fazer um pedido. Meio sem jeito, afirmou que a amiga dela gostaria de me beijar. Olhei para trás, e Raquel já estava no meu cangote. Eu a beijei cheio de tesão, afinal, isso nunca tinha acontecido comigo antes. Duas gatas ao mesmo tempo é como acertar na loteria. Enquanto beijava Raquel, sentia a respiração de Vanessa por perto, até que as duas passaram a se beijar também. Três bocas, três línguas, muito desejo e muito amor.

Minha mão desfilava pelo corpo das duas, seios e bundas, tudo em dobro para delírio da minha libido. Os apertos rolavam ali mesmo, dentro do carro, até que Vanessa me alertou sobre a polícia. Não deu outra. Uma viatura nos parou, e o guarda foi logo me pedindo para descer do carro e explicar o que estava acontecendo.

Com o pau explodindo de tesão, desci do veículo com a barraca completamente armada. Fui logo pedindo desculpas ao oficial e explicando toda a história. Disse que aquilo nunca tinha acontecido comigo antes e supliquei para que ele me liberasse. O guarda foi complacente e me mandou ir embora, apenas com a ressalva de que procurássemos um motel para terminar a festinha.

Fiz a sugestão à dupla, mas Vanessa disse que podíamos ir até a casa dela. Depois de um caminho tenso até Interlagos, com as duas se beijando e me atiçando muito, chegamos ao destino. Vanessa abriu o portão de sua casa, e eu não perdi tempo. Ainda no quintal, abaixei a minha calça e coloquei o mastro para fora.

Raquel se ajoelhou e passou a sugar o meu membro com vontade, esfregando os seios macios nele. Enquanto isso, Vanessa me beijava e me acariciava, sussurrando no meu ouvido se eu estava gostando. Não precisava nem responder, mas ela achou que a amiga necessitava de ajuda e também se ajoelhou, lambendo as minhas bolas.

Não demorou muito: explodi em um gozo intenso, melando os rostos das duas meninas. Elas fizeram cara feia, levantaram e me levaram até o quarto, dizendo que agora era vez de elas gozarem. Lavaram o rosto e se despiram por completo. Vanessa deitou na cama e passou a receber as linguadas de Raquel na sua chana, enquanto esta levantava o rabo e rebolava na minha cara.

Não demorou muito para o “meninão” se reanimar. Olhava aquela cena e ficava extremamente excitado. Coloquei minha rola com força na boceta de Raquel e passei a estocar todo o meu cacete naquela gruta encharcada. A cada paulada, as duas gemiam mais alto. Parecia que a morena dos seios fartos caprichava ainda mais na chupada em Vanessa.

As duas logo gozaram: uma, na minha rola; a outra, na boca da amiga. Eu ainda não tinha explodido pela segunda vez. Por isso, ordenei que Vanessa passasse a cavalgar na minha pica. A gata entendeu o recado e começou a rebolar gostoso em cima de mim, enquanto Raquel se masturbava olhando tudo.

Depois de algumas bombadas, Raquel não resistiu e veio se juntar a nós, colocando a chana dela na minha boca. Era um trenzinho do prazer. Eu metia em Vanessa, que beijava a boca de Raquel, que era chupada por mim. Não tardou muito até que nós três gozássemos, mas o mais incrível é que foi quase ao mesmo tempo! Se já é difícil chegar ao orgasmo juntos numa transa a dois, imagina quando existe um terceiro elemento!

Para finalizar, só posso afirmar que a foda entre nós três nunca mais se repetiu. Houve repeteco apenas com Vanessa algumas vezes, e, em outras, apenas com Raquel. Infelizmente, elas dizem que nunca mais agiram em dupla...

Tudo começou numa noite de novembro. Eu tinha 24 anos e voltei à Universidade de São Paulo para buscar o meu diploma de dentista. Vários colegas meus também estavam lá. Por isso, decidimos ir até o Bar do Alemão comemorar aquela importante conquista.

Cervejas, risadas e muitas bebidas na mesa – mas meus olhos não desviavam de um outro lugar, logo à nossa frente. Sentada, havia uma morena deslumbrante. Os olhos negros como duas jabuticabas eram levemente puxados; os cabelos longos e pretos e um corpo curvilíneo me deixaram apaixonado pela garota, que bebia com uma amiga.

Meus amigos, velhos companheiros, notaram meu desejo e logo incentivaram que eu fosse conversar com a gata, mas, naquele dia, eu estava tímido. Ela se levantava, ia até o banheiro, e eu ficava lá... Esperando a gata voltar. Numa dessas idas e vindas, quando ela se sentou à mesa, deixou à mostra sua calcinha preta, um fiapinho de pano. Fiquei louco!

Mesmo assim, não conseguia ir até ela. Foi quando vi um sujeito se aproximando, um baixinho trajando terno preto. Fiquei cheio de ciúmes e coragem. Aproveitei que um senhor vendia gravatas no bar e comprei uma.

Coloquei-a no pescoço, fiz um nó bem caprichado e, notando que a morena prestava atenção, perguntei se tinha gostado. A resposta afirmativa foi o começo de um longo papo.

Ela se chamava Vanessa e trabalhava em uma agência de turismo junto com a amiga, Raquel. Não quis ser guloso e me dediquei mais à morena de olhos puxados, deixando a outra para o baixinho de terno que estava lá antes – mas nenhuma delas parecia querer papo com o outro macho.

Durante a conversa, pude perceber que Raquel era tão linda quanto Vanessa: a primeira tinha a pele mais clara e os seios maiores; na segunda, os pontos fortes eram mesmo a bunda e a pele bronzeada.

Depois de um tempo, Vanessa me disse que ia embora: estava sem carro, e as duas rachariam um táxi. Vendo todo o meu desejo ir por água abaixo, acabei perguntando onde elas moravam. Quando disseram “Interlagos”, minha reação não podia ser outra senão oferecer uma carona.

Levei-as até o carro. Lá dentro, Vanessa sentou-se no banco do passageiro, e Raquel reclamou: “Pena que as duas não possam sentar na frente”. Não entendi a insinuação, mas me aproximei de Vanessa e lhe arranquei um beijo maravilhoso. Nossos lábios se encostavam e nossas línguas dançavam como se fosse o balanço das ondas do mar.

A gata elogiou o meu beijo, mas disse que queria me fazer um pedido. Meio sem jeito, afirmou que a amiga dela gostaria de me beijar. Olhei para trás, e Raquel já estava no meu cangote. Eu a beijei cheio de tesão, afinal, isso nunca tinha acontecido comigo antes. Duas gatas ao mesmo tempo é como acertar na loteria. Enquanto beijava Raquel, sentia a respiração de Vanessa por perto, até que as duas passaram a se beijar também. Três bocas, três línguas, muito desejo e muito amor.

Minha mão desfilava pelo corpo das duas, seios e bundas, tudo em dobro para delírio da minha libido. Os apertos rolavam ali mesmo, dentro do carro, até que Vanessa me alertou sobre a polícia. Não deu outra. Uma viatura nos parou, e o guarda foi logo me pedindo para descer do carro e explicar o que estava acontecendo.

Com o pau explodindo de tesão, desci do veículo com a barraca completamente armada. Fui logo pedindo desculpas ao oficial e explicando toda a história. Disse que aquilo nunca tinha acontecido comigo antes e supliquei para que ele me liberasse. O guarda foi complacente e me mandou ir embora, apenas com a ressalva de que procurássemos um motel para terminar a festinha.

Fiz a sugestão à dupla, mas Vanessa disse que podíamos ir até a casa dela. Depois de um caminho tenso até Interlagos, com as duas se beijando e me atiçando muito, chegamos ao destino. Vanessa abriu o portão de sua casa, e eu não perdi tempo. Ainda no quintal, abaixei a minha calça e coloquei o mastro para fora.

Raquel se ajoelhou e passou a sugar o meu membro com vontade, esfregando os seios macios nele. Enquanto isso, Vanessa me beijava e me acariciava, sussurrando no meu ouvido se eu estava gostando. Não precisava nem responder, mas ela achou que a amiga necessitava de ajuda e também se ajoelhou, lambendo as minhas bolas.

Não demorou muito: explodi em um gozo intenso, melando os rostos das duas meninas. Elas fizeram cara feia, levantaram e me levaram até o quarto, dizendo que agora era vez de elas gozarem. Lavaram o rosto e se despiram por completo. Vanessa deitou na cama e passou a receber as linguadas de Raquel na sua chana, enquanto esta levantava o rabo e rebolava na minha cara.

Não demorou muito para o “meninão” se reanimar. Olhava aquela cena e ficava extremamente excitado. Coloquei minha rola com força na boceta de Raquel e passei a estocar todo o meu cacete naquela gruta encharcada. A cada paulada, as duas gemiam mais alto. Parecia que a morena dos seios fartos caprichava ainda mais na chupada em Vanessa.

As duas logo gozaram: uma, na minha rola; a outra, na boca da amiga. Eu ainda não tinha explodido pela segunda vez. Por isso, ordenei que Vanessa passasse a cavalgar na minha pica. A gata entendeu o recado e começou a rebolar gostoso em cima de mim, enquanto Raquel se masturbava olhando tudo.

Depois de algumas bombadas, Raquel não resistiu e veio se juntar a nós, colocando a chana dela na minha boca. Era um trenzinho do prazer. Eu metia em Vanessa, que beijava a boca de Raquel, que era chupada por mim. Não tardou muito até que nós três gozássemos, mas o mais incrível é que foi quase ao mesmo tempo! Se já é difícil chegar ao orgasmo juntos numa transa a dois, imagina quando existe um terceiro elemento!

Para finalizar, só posso afirmar que a foda entre nós três nunca mais se repetiu. Houve repeteco apenas com Vanessa algumas vezes, e, em outras, apenas com Raquel. Infelizmente, elas dizem que nunca mais agiram em dupla...