CONTO ERÓTICO
 

Uma mulher para dois


por Rafael Soares


Sou casado há 10 anos e ainda sinto o maior tesão por minha esposa, Raquel. No entanto, com o passar dos anos, nossa relação se tornou mais aberta – e decidimos sair com outros casais, para não cair na monotonia.

Num certo dia, porém, decidimos procurar um rapaz solteiro, já que Raquel tinha vontade de transar com dois homens sem ter de dividi-los com outra.

Raul, o escolhido, tinha cerca de 21 anos, era alto e moreno com o corpo levemente musculoso, como havia nos dito antes pelo fone. Chegou cerca de meia hora atrasado.

– Desculpe pela demora. O trânsito estava meio confuso.

– Não se preocupe. Entre, por favor.

Logo que Raul entrou, Raquel veio da cozinha, e eu os apresentei enquanto servia uma bebida.

Raquel sentou ao meu lado e ficamos horas conversando com o rapaz. Pude reparar bem os olhares de cobiça que ele lançava para o corpo de minha mulher, que usava um vestido branco semitransparente, sem calcinha e sem sutiã, proporcionando uma visão única de seus seios fartos e suas coxas lisas, grossas e bronzeadas.

Modéstia à parte, minha mulher é muito sensual, com 1,68 m, 60 kg, cabelos negros e encaracolados e lábios supercarnudos. Raul não conseguia tirar os olhos dela e, para provocar, Raquel sentava com as pernas abertas para que ele pudesse ver sua chaninha depilada por baixo do vestido. Eu também fiquei excitado por participar de tudo aquilo.

O clima entre nós começava a esquentar conforme entrávamos em assuntos mais ousados. Enquanto isso, uma música tocava suave no rádio.

– Escutem! Que música linda! – disse Raquel – Vamos dançar, amor?

Levantei-me e começamos a dançar abraçadinhos. Raquel se agarrava forte, de encontro ao meu corpo, e sentia meu pau endurecer tamanho era o prazer de senti-la tão perto.

Raul assistia a tudo, bebericando, sem tirar os olhos de nós. No rádio, a música mudou para uma dançante, e Raquel começou a se esfregar fazendo com que eu apertasse seus seios e olhando cada vez mais para ele.

Jogou-me, então, no sofá e começou a dançar sozinha ao compasso da música, passando a mão por todo o corpo e subindo lentamente o vestido.

Eu e Raul observamos aquele corpo maravilhoso à nossa frente. Ela se insinuava ainda mais, aproximando-se de nós – e, de repente, sentou no meu colo e começou a rebolar freneticamente.

Tomado de desejo, Raul chegou mais perto e já lhe apertava os seios. Raquel retribuía com beijos molhados de língua.

Na seqüência, Raquel tirou minha calça e já abocanhou meu pau, ao mesmo tempo em que arrebitava a bundinha empinada. Raul, por sua vez, começou a chupar sua boceta enquanto tirava o pau duro pra fora e se masturbava.

Molhada e com tesão, minha esposa me chupava com mais força, como se fosse arrancar meu pau. Não demorou muito para que Raul começasse a enfiar o dele na grutinha úmida, o caralho entrando lentamente até o fundo. Raquel gemia com meu pau na boca.

– Põe no cu dela, cara! – disse eu a Raul.

Enquanto ele penetrava o buraquinho negro, enfiei-me por baixo dela e comecei a chupar-lhe a boceta com o gosto do caralho enquanto via o mesmo caralho arrebentando o rabinho dela na minha cara! Raquel continuava me chupando, num delicioso 69.

Resolvi premiar minha esposa safada e, enquanto o rapaz ainda lhe fodia o cuzinho, comecei a meter meu pau na boceta. Ficamos os dois mexendo dentro dela, um em cada buraco. Raquel urrava como uma fera no cio.

Sentimos que não seguraríamos o gozo por mais tempo: deitamos minha mulher no chão e começamos a nos masturbar de joelhos perto de seu rosto. Ela nos acompanhava com os dedos enfiados na boceta e revezava nos chupando o saco.

Assim, gozamos os três juntos, e eu e Raul lavamos o rosto dela.

Quando o menino de 21 anos foi ao banheiro se lavar, eu e ela deitamos no sofá, abraçadinhos.

– Que que achou, amor? – perguntou-me ela

– Você é realmente uma safadinha!

Nós nos abraçamos e trocamos um doce e longo beijo. Pouco depois, Raul voltou e veio bater papo conosco. Agora, sempre que dá, nos encontramos os três, para demoradas sessões de prazer.